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		<title>Legislação - Câmara Municipal de Teresópolis - Decretos</title>
		<description><![CDATA[legislação municipal teresópolis, câmara teresópolis, leis municipais, legislação,]]></description>
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		<item>
			<title>DECRETO LEGISLATIVO N° 003/2015. DISPÕE SOBRE A CASSAÇÃO DO MANDATO DO PREFEITO ARLEI DE OLIVEIRA ROSA.</title>
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			<description><![CDATA[<p><strong>Ementa:</strong> Disp&otilde;e sobre a cassa&ccedil;&atilde;o do mandato do PREFEITO ARLEI DE OLIVEIRA ROSA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerando a den&uacute;ncia formal constante dos autos da Comiss&atilde;o Processante (Processo n&ordm; 00649/2015), apresentada em face do Prefeito Arlei de Oliveira Rosa, com o objetivo de apura&ccedil;&atilde;o de infra&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tico-administrativas;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerando que a den&uacute;ncia foi acolhida e a Comiss&atilde;o Processante constitu&iacute;da, tudo na forma do artigo 5&ordm; - caput e incisos -, do Decreto-Lei n&ordm; 201/67;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerando que o postulado do devido processo legal foi garantido ao denunciado, com pleno exerc&iacute;cio do direto de defesa e do contradit&oacute;rio, conforme preceitua o artigo 5&ordm;, LV, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerando que na sess&atilde;o ordin&aacute;ria realizada nesta data, o Plen&aacute;rio da C&acirc;mara de Vereadores, por vota&ccedil;&atilde;o nominal, decidiu por 10 votos favor&aacute;veis, pelos 4 (quatro) quesitos abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>a) Se o fato do Denunciado n&atilde;o ter efetuado o pagamento e repasses &agrave; TEREPREV configura infra&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tico-administrativa de acordo com o artigo 4&ordm;, inciso VII do Decreto-Lei 201/67;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>b) Se a conduta do Denunciado em permitir a perda do certificado de regularidade previdenci&aacute;ria, inviabilizando o recebimento de recursos do Governo Federal configura conduta omissa ou negligente, atraindo a aplica&ccedil;&atilde;o do o artigo 4&ordm;, incisos VII e VIII do Decreto-Lei 201/67;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>c) O descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, ao n&atilde;o incluir os valores referentes aos gastos com despesas dos aposentados e pensionistas violam expressa disposi&ccedil;&atilde;o legal, atraindo a incid&ecirc;ncia do artigo 4&ordm;, inciso VII do Decreto-Lei 201/67)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>d) Se as condutas do denunciado, em especial, o n&atilde;o repasse dos valores a TEREPREV, a perda do Certificado de Regularidade Previdenci&aacute;ria e o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal consistem em procedimento incompat&iacute;vel com a dignidade e o decoro, atraindo a aplica&ccedil;&atilde;o do o artigo 4&ordm;, inciso X do Decreto-Lei 201/67;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerando, finalmente, que compete, conforme disp&otilde;e o artigo 5&ordm;, VI, do Decreto-Lei n&ordm; 201/67, ao Presidente da C&acirc;mara proclamar o resultado do julgamento imediatamente, bem como, lavrar ata consignando a vota&ccedil;&atilde;o nominal sobre cada infra&ccedil;&atilde;o e, no caso de condena&ccedil;&atilde;o, providenciar a expedi&ccedil;&atilde;o do competente decreto legislativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A C&Acirc;MARA MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS aprova e eu, Mauricio Lopes dos Santos, Presidente, promulgo o seguinte Decreto Legislativo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 1&ordm;</strong> Fica decretada a cassa&ccedil;&atilde;o do mandato do Prefeito Arlei de Oliveira Rosa, considerando-o afastado definitivamente do cargo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 2&deg;</strong> Comunique-se &agrave; Justi&ccedil;a Eleitoral o resultado do processo de cassa&ccedil;&atilde;o tramitado nesta Casa de Leis, nos termos do art. 5&ordm;, VI, do Decreto-Lei n&ordm; 201/67.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 3&ordm;</strong> Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua assinatura e publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>C&Acirc;MARA MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS</p>
<p>em 29 de outubro de 2015</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>MAURICIO LOPES DOS SANTOS</p>
<p>Presidente</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DR. ANTONIO FRANCISCO RIBEIRO GOMES</p>
<p>1&deg; secretario</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SERGIO PIMENTEL</p>
<p>2&deg; secretario</p>]]></description>
			<author>alternativavendas@hotmail.com (Site admin)</author>
			<category>Decretos</category>
			<pubDate>Sat, 10 Sep 2016 23:35:04 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DECRETO LEGISLATIVO Nº 002/2015. DETERMINAR O AFASTAMENTO DO CHEFE DO EXECUTIVO MUNICIPAL ARLEI DE OLIVEIRA ROSA PELO PERÍODO DE 90 (NOVENTA) DIAS.</title>
			<link>http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4827-decreto-legislativo-n-002-2015-determinar-o-afastamento-do-chefe-do-executivo-municipal-arlei-de-oliveira-rosa-pelo-periodo-de-90-noventa-dias</link>
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			<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EMENTA:</strong> DETERMINAR O AFASTAMENTO DO CHEFE DO EXECUTIVO MUNICIPAL ARLEI DE OLIVEIRA ROSA PELO PER&Iacute;ODO DE 90 (NOVENTA) DIAS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A C&Acirc;MARA MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS decreta:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 1&ordm;</strong> Fica afastado de suas fun&ccedil;&otilde;es o Chefe do Poder Executivo Municipal de Teres&oacute;polis, Arlei de Oliveira Rosa, pelo per&iacute;odo de at&eacute; 90 (noventa) dias, a partir desta publica&ccedil;&atilde;o, sem preju&iacute;zo de sua remunera&ccedil;&atilde;o, para conclus&atilde;o dos trabalhos da Comiss&atilde;o Processante criada nesta Casa, com a finalidade de apurar infra&ccedil;&otilde;es pol&iacute;tico-administrativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 2&ordm;</strong> Ser&aacute; empossado o Vice-Prefeito de Teres&oacute;polis, Marcio H. Cat&atilde;o para o referido per&iacute;odo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 3&deg;</strong> Entra o presente Decreto Legislativo em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>C&Acirc;MARA MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS</p>
<p>Em 18 de agosto de 2011</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mauricio Lopes dos Santos</p>
<p>Presidente</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dr. Antonio Francisco R. Gomes</p>
<p>1&ordm; Secret&aacute;rio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;Sergio Pimentel</p>
<p>2&ordm; Secret&aacute;rio</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
			<author>alternativavendas@hotmail.com (Site admin)</author>
			<category>Decretos</category>
			<pubDate>Sat, 10 Sep 2016 23:31:23 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DECRETO LEGISLATIVO Nº 001/2015. REJEIÇÃO DAS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2012 DO SR. ARLEI DE OLIVEIRA ROSA.</title>
			<link>http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4826-decreto-legislativo-n-001-2015-rejeicao-das-contas-do-exercicio-de-2012-do-sr-arlei-de-oliveira-rosa</link>
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			<description><![CDATA[<p><strong>Ementa</strong>: Rejei&ccedil;&atilde;o das Contas do Exerc&iacute;cio de 2012 do SR. ARLEI DE OLIVEIRA ROSA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A C&Acirc;MARA MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS decreta:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ART. 1&ordm;</strong> Fica REJEITADA as contas de Gest&atilde;o do Poder Executivo no Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis, relativas ao exerc&iacute;cio de 2012, sob responsabilidade do Prefeito, ARLEI DE OLIVEIRA ROSA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ART. 2&ordm;</strong> Entra o presente Decreto Legislativo em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>C&Acirc;MARA MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS</p>
<p>Em 30 de junho de 2015.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mauricio Lopes dos Santos</p>
<p>Presidente</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dr. Antonio Francisco R. Gomes</p>
<p>1&ordm; Secret&aacute;rio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;Sergio Pimentel</p>
<p>2&ordm; Secret&aacute;rio</p>]]></description>
			<author>alternativavendas@hotmail.com (Site admin)</author>
			<category>Decretos</category>
			<pubDate>Sat, 10 Sep 2016 23:22:44 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DECRETO Nº 4679, DE 01/07/2015. CONVOCA A XII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE TERESÓPOLIS.</title>
			<link>http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4714-decreto-n-4679</link>
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			<description><![CDATA[<p><strong> EMENTA: </strong> CONVOCA A XII CONFER&Ecirc;NCIA MUNICIPAL DE SA&Uacute;DE DE TERES&Oacute;POLIS.</p>
<p><strong> O PREFEITO MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS </strong> , usando das atribui&ccedil;&otilde;es que lhe confere a legisla&ccedil;&atilde;o em vigor,</p>
<p><strong> DECRETA: </strong></p>
<p><strong> Art. 1&ordm; </strong> A Confer&ecirc;ncia Municipal de Sa&uacute;de &eacute; o f&oacute;rum m&aacute;ximo de Articula&ccedil;&otilde;es das diretrizes das pol&iacute;ticas de sa&uacute;de, conforme a Lei n&ordm; 8.142/90.</p>
<p><strong> Art. 2&ordm; </strong> Conforme decis&atilde;o da Comiss&atilde;o Organizadora e Grupo de Trabalho da XII Confer&ecirc;ncia Municipal de Sa&uacute;de em sua reuni&atilde;o realizada aos 03 (tr&ecirc;s) dias do m&ecirc;s de junho do ano corrente, fica convocada a XII Confer&ecirc;ncia Municipal de Sa&uacute;de de Teres&oacute;polis para os dias 10 (dez), 11 (onze) e 12 (doze) de julho de 2015.</p>
<p><strong> Art. 3&ordm; </strong> O tema central da XII Confer&ecirc;ncia Municipal de Sa&uacute;de de Teres&oacute;polis ser&aacute; <strong> &ldquo;Sa&uacute;de P&uacute;blica de Qualidade para cuidar bem das pessoas &ndash; Direito do Povo Teres&oacute;polis&rdquo;. </strong></p>
<p><strong> Art. </strong> <strong> 4 </strong> <strong> &ordm; </strong> A XII Confer&ecirc;ncia Municipal de Sa&uacute;de de Teres&oacute;polis ser&aacute; realizada no campus sede da UNIFESO na Av. Alberto Torres n&ordm; 111 &ndash; Alto de Teres&oacute;polis &ndash; RJ.</p>
<p><strong> Art. </strong> <strong> 5 </strong> <strong> &ordm; </strong> A XII Confer&ecirc;ncia Municipal de Sa&uacute;de de Teres&oacute;polis ter&aacute; como presidente de honra: Arlei de Oliveira Rosa (Prefeito Municipal); Sr. Carlos Ot&aacute;vio Monteiro de Sant&acute;Anna (Secret&aacute;rio Municipal de Sa&uacute;de) e ser&aacute; presidida e coordenada pela presidente da Comiss&atilde;o Organizadora, Dr&ordf; Edneia Tayt-Sohn Martuchelli Mo&ccedil;o.</p>
<p><strong> Art. </strong> <strong> 6 </strong> <strong> &ordm; </strong> As normas de organiza&ccedil;&atilde;o e funcionamento da XII Confer&ecirc;ncia Municipal de Sa&uacute;de de Teres&oacute;polis ser&atilde;o expedidas em portaria deliberada pelo Conselho Municipal de Sa&uacute;de e publicadas pela Secretaria Municipal de Sa&uacute;de.</p>
<p><strong> Art. </strong> <strong> 7 </strong> <strong> &ordm; </strong> Entra o presente Decreto em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o, revogando-se as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.</p>
<p><strong> REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE. PREFEITURA MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS, </strong> ao primeiro dia do m&ecirc;s de julho do ano de dois mil e quinze.</p>
<p><strong> ARLEI DE OLIVEIRA ROSA </strong></p>
<p><strong> = </strong> <strong> Prefeito </strong> <strong> = </strong></p>]]></description>
			<author>alternativavendas@hotmail.com (Site admin)</author>
			<category>Decretos</category>
			<pubDate>Sun, 12 Jul 2015 20:48:59 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DECRETO Nº 4676, DE 11/06/2015. DISPÕE SOBRE A COMPOSIÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER.</title>
			<link>http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4713-decreto-n-4676</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4713-decreto-n-4676</guid>
			<description><![CDATA[<p><strong> EMENTA: </strong> DISP&Otilde;E SOBRE A COMPOSI&Ccedil;&Atilde;O DO CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER.</p>
<p><strong> O PREFEITO MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS </strong> , usando das atribui&ccedil;&otilde;es que lhe confere a legisla&ccedil;&atilde;o em vigor,</p>
<p><strong> DECRETA: </strong></p>
<p><strong> Art. 1&ordm; </strong> Ficam nomeados para compor o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher, em conformidade com a Lei Municipal n&ordm; 2.712/2008.</p>
<p><strong> ENTIDADES E CONSELHEIRAS (MULHERES) </strong></p>
<p><strong> Titular: </strong> Zilair Barbosa Silva</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Rosalda Soares Pereira</p>
<p><strong> Titular: </strong> Dilce de Carvalho Silva de Barros</p>
<p><strong> Suplente </strong> : Denise Guimar&atilde;es Ferreira</p>
<p><strong> Titular: </strong> Rozi Neide da Concei&ccedil;&atilde;o Coelho Gomes</p>
<p><strong> Suplente </strong> : Maria Em&iacute;lia Garcia de Magalh&atilde;es</p>
<p><strong> REPRESENTANTES DO GOVERNO E SUAS SUPL&Ecirc;NCIAS </strong></p>
<p>SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</p>
<p><strong> Titular: </strong> Iracema Toledo Motta Braga</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Rosa Maria Vivas de Souza Mello</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SECRETARIA MUNICIPAL DE SEGURAN&Ccedil;A P&Uacute;BLICA</p>
<p><strong> Titular: </strong> Nathalia Paim Ribeiro</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Gisele Ferreira dos Santos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SECRETARIA MUNICIPAL DE SA&Uacute;DE</p>
<p><strong> Titular: </strong> Sirleia Esteves Noboa</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Lucia Maria Esteves Trindade Gomes dos Santos</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Maria Lia Soares Arbex</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SECRETARIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA MULHER</p>
<p><strong> Titular: </strong> Maria das Gra&ccedil;as Medeiros</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Eliane Sim&otilde;es Cruz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL</p>
<p><strong> Titular: </strong> Maria Patr&iacute;cia Falc&atilde;o</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Alessandra Faria Farah</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PROCURADORIA GERAL</p>
<p><strong> Titular: </strong> Luzia Martha Rosa Correa</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Jaqueline Paula da Rocha Fita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REPRESENTANTES DE ENTIDADES</strong></p>
<p>ACORDES</p>
<p><strong> Titular: </strong> Marbil Rodrigues</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Terezinha de Jesus Ara&uacute;jo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>UNIFESO</p>
<p><strong> Titular: </strong> Tania Regina Peixoto Barone</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Daniella Gra&ccedil;a Calixto da Rocha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>OAB - Teres&oacute;polis</p>
<p><strong> Titular: </strong> Helena Cristina Nader Sanchez</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Marisa Chaves Ga&uacute;dio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>LAR TIA ANASTACIA</p>
<p><strong> Titular: </strong> Saionara Ara&uacute;jo Alves</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Julieth Leite Silvestre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CEUXCO</p>
<p><strong>Titular: </strong> Marlene Scofield Rocha Laricchia</p>
<p><strong> Suplente: A </strong> ngelica Teresa Pereira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>AVIT</p>
<p><strong> Titular: </strong> Lucineia da Silva</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Lilia do Socorro Soares</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>LIONS&nbsp;</p>
<p><strong>Titular: </strong> Lucia Maria Esteves Trindade Gomes dos Santos</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Maria Lia Soares Arbex</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O AGROECOLOGICA DE TERES&Oacute;POLIS</p>
<p><strong> Titular: </strong> Tamine Maria Raposo</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Ana Maria Gonzales Litardo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SINDPMT</p>
<p><strong> Titular: </strong> Tania Guallier</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Andrea Pacheco</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O DE MORADORES E AMIGOS DA VARZEA</p>
<p><strong> Titular: </strong> Isabel Maria Kwiatkowski</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Gl&oacute;ria Regina Barros Gon&ccedil;alves</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O DE MORADORES E AMIGOS DA QUINTA LEBR&Atilde;O</p>
<p><strong> Titular: </strong> Maria Jos&eacute; de Andrade</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Paula Azevedo Segreto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SINDBANCARIOS TERES&Oacute;POLIS</p>
<p><strong> Titular: </strong> Ana Paula Pires dos Santos</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Adriana Cunha da Costa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O DE MULHERES MULHE DE PEDRA</p>
<p><strong> Titular: </strong> T&acirc;nia Lima</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Francieleide Barbosa da Silva</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PAROQUIA DE SANTO ANT&Ocirc;NIO</p>
<p><strong> Titular: </strong> Claudia Moreira Paula Lima</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Luciana Paula Lima Goulart</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ONGDIVERSIDADE</p>
<p><strong> Titular: </strong> Tania Cristina de Oliveira Vit&oacute;</p>
<p><strong> Suplente: </strong> Alessandra Guimaraes dos Santos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMPOSI&Ccedil;&Atilde;O DA MESA DIRETORA </strong></p>
<p><strong> Presidente </strong> : Zilair Silva Barbosa</p>
<p><strong> Vice Presidente </strong> : Isabel Maria Kwaiatkowski</p>
<p><strong> 1&ordm; Secretaria: </strong> Luzia Martha Rosa Correa</p>
<p><strong> 2&ordm; Secretaria: </strong> Ana Paula Pries dos Santos</p>
<p><strong> Tesoureira: </strong> T&acirc;nia Lima</p>
<p><strong> Art. 2&ordm; </strong> Entra o presente Decreto em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o, revogando-se as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.</p>
<p><strong> REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE. PREFEITURA MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS, </strong> aos onze dias do m&ecirc;s de junho do ano de dois mil e quinze.</p>
<p><strong> ARLEI DE OLIVEIRA ROSA </strong></p>
<p><strong> = Prefeito = </strong></p>]]></description>
			<author>alternativavendas@hotmail.com (Site admin)</author>
			<category>Decretos</category>
			<pubDate>Sun, 12 Jul 2015 20:47:22 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DECRETO Nº 4675, DE 11/06/2015. REGULAMENTA O REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL ANTIDROGAS – COMAD DO MUNICÍPIO DE TERESÓPOLIS – RJ.</title>
			<link>http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4712-decreto-n-4675</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4712-decreto-n-4675</guid>
			<description><![CDATA[<p><strong> EMENTA: </strong> REGULAMENTA O REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL ANTIDROGAS &ndash; COMAD DO MUNIC&Iacute;PIO DE TERES&Oacute;POLIS &ndash; RJ.</p>
<p><strong> O PREFEITO MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS </strong> , usando das atribui&ccedil;&otilde;es que lhe confere a legisla&ccedil;&atilde;o em vigor,</p>
<p>CONSIDERANDO o inciso VII, do &sect;3&ordm; do art. 277 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal que estabelece programas de preven&ccedil;&atilde;o e atendimento especializado &agrave; crian&ccedil;a, ao adolescente e ao jovem dependente de entorpecentes e drogas afins,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CONSIDERANDO a Lei Municipal n&ordm; 2.566/2007, que instituiu o CONSELHO MUNICIPAL ANTIDROGAS &ndash; COMAD DE TERES&Oacute;POLIS, como &oacute;rg&atilde;o vinculado por linha de coordena&ccedil;&atilde;o a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.</p>
<p><strong> DECRETA: </strong></p>
<p><strong> Art. 1&ordm; </strong> Fica regulamentado o Regimento Interno do Conselho Municipal Antidrogas &ndash; COMAD do Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis &ndash; RJ, nos termos do Anexo &Uacute;nico do presente Decreto.</p>
<p><strong> Art. </strong> <strong> 2 </strong> <strong> &ordm; </strong> Entra o presente Decreto em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o, revogando-se as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio, em especial o Decreto n&ordm; 3.760/2009.</p>
<p><strong> REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE. PREFEITURA MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS, </strong> aos onze dias do m&ecirc;s de junho do ano de dois mil e quinze.</p>
<p><strong> ARLEI DE OLIVEIRA ROSA </strong></p>
<p><strong> = </strong> <strong> Prefeito </strong> <strong> = </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> ANEXO &Uacute;NICO </strong></p>
<p><strong> REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE POL&Iacute;TICAS PUBLICAS SOBRE DROGAS - COMAD DE TERES&Oacute;POLIS </strong></p>
<p><strong> Cap&iacute;tulo I - Das Disposi&ccedil;&otilde;es Preliminares </strong></p>
<p><strong> Art. 1&ordm; </strong> Este regimento Interno disp&otilde;e sobre o funcionamento do Conselho Municipal de Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas sobre Drogas - COMAD de Teres&oacute;polis-RJ, criado pela Lei Municipal n&ordm; 2.566, de 28 de maio de 2007.</p>
<p><strong> Cap&iacute;tulo II &ndash; Da Natureza do COMAD </strong></p>
<p><strong> Art. 2&ordm; </strong> O COMAD &eacute; um colegiado permanente integrante da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica municipal e vinculado ao Sistema Estadual e Federal Antidrogas, por linha de Coordena&ccedil;&atilde;o a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, deliberativo, normativo, consultivo e fiscalizador tem como objetivo integrar os Conselhos Estadual e Federal na a&ccedil;&atilde;o sobre as drogas, dedicar-se-&aacute; ao pleno desenvolvimento das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o, fiscaliza&ccedil;&atilde;o e tratamento de usu&aacute;rios de drogas no Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis.</p>
<p><strong> Art. 3&ordm; </strong> O COMAD tem a finalidade de contribuir para o aprimoramento dos Sistemas Nacional e Estadual Antidrogas ou sobre Drogas, o COMAD, por meio de remessa de relat&oacute;rios peri&oacute;dicos, dever&aacute; manter a Secretaria Nacional Antidrogas - SENAD, e o Conselho Estadual Antidrogas - CEAD-RJ, permanentemente informados sobre os aspectos de interesses relacionados &agrave; sua atua&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> Art. 4&ordm; </strong> O COMAD &eacute; constitu&iacute;do de forma parit&aacute;ria de 16 (dezesseis) entidades governamentais municipais, estaduais e federais e n&atilde;o governamentais e sociedade civil organizada, com igual n&uacute;mero de entidades suplentes eleitas em f&oacute;rum da confer&ecirc;ncia pr&oacute;pria para este fim, por 08 (oito) representantes do Poder P&uacute;blico, 05 (cinco) representantes de Entidades prestadoras de servi&ccedil;os, 02 (dois) representantes dos usu&aacute;rios e 01 (um) representante dos profissionais da &aacute;rea.</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm; </strong> <strong> . </strong> Os conselheiros titulares e suplentes representantes das entidades eleitas, ter&atilde;o um mandato de 02(dois) anos, sendo permitido a sua recondu&ccedil;&atilde;o, desde que eleitos no f&oacute;rum ou Confer&ecirc;ncia a ser realizada no final de cada mandato.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm; </strong> <strong> . </strong> &Eacute; de car&aacute;ter obrigat&oacute;rio &agrave; presen&ccedil;a de representante da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social entre as entidades governamentais municipal em todas as reuni&otilde;es do COMAD, de acordo com a Lei n&deg; 2566, art. 3&ordm; par&aacute;grafo 4.</p>
<p><strong> &sect; 3&deg; </strong> <strong> . </strong> Os Conselheiros representantes do COMAD ser&atilde;o indicados pelas respectivas entidades, sendo que, cada entidade ter&aacute; outra entidade suplente.</p>
<p><strong> Cap&iacute;tulo III &ndash; Dos objetivos </strong></p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 5&ordm; </strong> S&atilde;o objetivos e compet&ecirc;ncias do COMAD:</p>
<p><strong> I &ndash; </strong> propor as diretrizes e prioridades da Pol&iacute;tica Municipal de combate e preven&ccedil;&atilde;o de drogas, aprovar, analisar e fiscalizar o Plano Municipal Antidrogas, PROMAD, destinado ao desenvolvimento das a&ccedil;&otilde;es de redu&ccedil;&atilde;o da demanda de drogas licitas e il&iacute;cito, e elaborado pelos diversos segmentos da sociedade &ndash; poder p&uacute;blico e organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais respons&aacute;veis pela coordena&ccedil;&atilde;o e execu&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica municipal antidrogas, conforme itens I e II do Art. 2&deg; da Lei Municipal n&deg; 2.566, de 28 de maio de 2007</p>
<p><strong> II - </strong> atuar como &oacute;rg&atilde;o coordenador das atividades municipais de conscientiza&ccedil;&atilde;o e redu&ccedil;&atilde;o da demanda de drogas;</p>
<p><strong> III &ndash; </strong> aprovar, analisar e fiscalizar a gest&atilde;o dos recursos, bem como os benef&iacute;cios sociais, o desempenho dos programas e projetos aprovados e executados pelas entidades p&uacute;blicas e privadas no Munic&iacute;pio;</p>
<p><strong> IV - </strong> propor interc&acirc;mbio com organismos institucionais, atuar em parceria com &oacute;rg&atilde;os e /ou institui&ccedil;&otilde;es nacionais e estrangeiras para assuntos referentes &agrave;s drogas;</p>
<p><strong> V- </strong> estimular programas de preven&ccedil;&atilde;o do uso de subst&acirc;ncias entorpecentes ou que causem depend&ecirc;ncia qu&iacute;mica, assim como programas de recupera&ccedil;&atilde;o;</p>
<p><strong>VI - </strong> sugerir as Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o, de Cultura e de Esportes a inclus&atilde;o dessa tem&aacute;tica nos curr&iacute;culos escolares;</p>
<p><strong> VII - </strong> dar aten&ccedil;&atilde;o especial as crian&ccedil;as e adolescentes atendidos pelo Munic&iacute;pio no sentido de promover, junto &agrave;s respectivas Secretarias, programas e projetos que visem a preven&ccedil;&atilde;o ao uso de drogas;</p>
<p><strong> VIII - </strong> definir estrat&eacute;gias e elaborar planos, programas e procedimentos para a moderniza&ccedil;&atilde;o organizacional e t&eacute;cnico-operativa visando o aperfei&ccedil;oamento de a&ccedil;&otilde;es nas atividades sobre drogas, de acordo com os eixos da Pol&iacute;tica Nacional sobre Drogas;</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo &uacute;nico. </strong> O COMAD dever&aacute; avaliar, periodicamente, as conjunturas municipais mantendo atualizados o Poder Executivo e o Poder Legislativo Municipal, quanto ao resultado de suas a&ccedil;&otilde;es, por meio de relat&oacute;rios peri&oacute;dicos;</p>
<p><strong> Cap&iacute;tulo IV &ndash; Dos Membros do COMAD </strong></p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 6&ordm; </strong> O mandato da mesa diretora do COMAD ter&aacute; dura&ccedil;&atilde;o de 01 (um) ano, podendo ser reeleita.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 7&ordm; </strong> Os membros do COMAD poder&atilde;o ser substitu&iacute;dos mediante solicita&ccedil;&atilde;o da entidade ou autoridade respons&aacute;vel apresentada ao Presidente do Conselho atrav&eacute;s de of&iacute;cio. No caso de afastamento tempor&aacute;rio ou definitivo, sem pr&eacute;vio comunicado oficial de substitui&ccedil;&atilde;o, de um dos delegados titulares da entidade automaticamente assumir&aacute; o representante da entidade suplente, at&eacute; que se proceda a nova indica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 8&ordm; </strong> Os membros do COMAD que se candidatarem a cargos eletivos dever&atilde;o ser substitu&iacute;dos no prazo estipulado pela Lei Eleitoral.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 9&ordm; </strong> Os membros do COMAD ser&atilde;o substitu&iacute;dos caso faltarem, sem motivo justificado e aprovado pela Plen&aacute;ria, a 03 (tr&ecirc;s) reuni&otilde;es consecutivas ou a 06 (seis) intercaladas no per&iacute;odo de um ano. Na 2&ordf; falta consecutiva ou na 3&ordf; intercalada, a entidade dever&aacute; ser comunicada das faltas de seus representantes as reuni&otilde;es do COMAD.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo </strong> <strong> &uacute; </strong> <strong> nico </strong> <strong> . </strong> No caso da falta da entidade titular, a sua entidade suplente (do mesmo segmento representativo), estando presente nas reuni&otilde;es ter&aacute; direito a voz e voto <strong> . </strong></p>
<p><strong> Cap&iacute;tulo V &ndash; Das Reuni&otilde;es </strong></p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 10 </strong> <strong> . </strong> O COMAD se reunir&aacute; com a maioria de seus membros, com 50% (cinquenta por cento) mais um, e deliberar&aacute; com os votos da maioria dos presentes, ordinariamente, uma vez por m&ecirc;s, por convoca&ccedil;&atilde;o de seu Presidente, em dia e hora a serem aprovado em Plen&aacute;ria ou extraordinariamente, mediante convoca&ccedil;&atilde;o de seu presidente ou requerimento de 1/3 (um ter&ccedil;o) de seus membros com direito a voto, salvo quanto se tratar de mat&eacute;rias relacionadas a Regimento Interno, Recursos Municipais Antidrogas &ndash; REMAD ou or&ccedil;amento, ocasi&atilde;o que dever&aacute; ser verificado o quorum m&iacute;nimo de 2/3 (dois ter&ccedil;os), observando, em ambos os casos, o prazo m&iacute;nimo de 15 (quinze) dias para realiza&ccedil;&atilde;o da reuni&atilde;o ordin&aacute;ria e m&iacute;nimo de 03 (tr&ecirc;s) dias para a extraordin&aacute;ria;</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm; </strong> <strong> . </strong> As decis&otilde;es do Conselho ser&atilde;o tomadas por maioria simples, cabendo ao Presidente o voto de desempate.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm; </strong> <strong> . </strong> O &Oacute;rg&atilde;o de delibera&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima do Conselho &eacute; a plen&aacute;ria.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 11 </strong> <strong> . </strong> As reuni&otilde;es do COMAD ser&atilde;o abertas com ampla divulga&ccedil;&atilde;o e acesso assegurado ao p&uacute;blico, sendo que, somente os Conselheiros ter&atilde;o direito a voz e voto e os demais presentes com direito a voz;</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo </strong> <strong> &uacute; </strong> <strong> nico </strong> <strong> . </strong> As reuni&otilde;es ser&atilde;o p&uacute;blicas, salvo quando se tratar de mat&eacute;ria sujeita a sigilo, em conformidade com a legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, ou quando algum Conselheiro o solicitar, devendo ser a quest&atilde;o objeto de decis&atilde;o da Plen&aacute;ria</p>
<p><strong>Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 12 </strong> <strong> . </strong> As quest&otilde;es sujeitas &agrave; an&aacute;lise do COMAD ser&atilde;o autuadas em processos e classificadas por ordem cronol&oacute;gica de entrada no protocolo, sendo distribu&iacute;das aos Conselheiros pela Secretaria Executiva, para conhecimento, com anteced&ecirc;ncia m&iacute;nima de 03 (tr&ecirc;s) dias das reuni&otilde;es ordin&aacute;ria ou extraordin&aacute;ria;</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 13 </strong> <strong> . </strong> Para execu&ccedil;&atilde;o de suas atividades, o COMAD poder&aacute; formar comiss&otilde;es especiais de trabalho, tempor&aacute;rias ou permanentes, conforme delibera&ccedil;&atilde;o do Plen&aacute;rio;</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo &uacute;nico. </strong> Cada Comiss&atilde;o eleger&aacute; um coordenador e um relator, respons&aacute;veis pela din&acirc;mica dos trabalhos;</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 14 </strong> <strong> . </strong> As resolu&ccedil;&otilde;es do Conselho dever&atilde;o ser publicadas no Di&aacute;rio Oficial do Munic&iacute;pio.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 15 </strong> <strong> . </strong> A Secret&aacute;ria Municipal respons&aacute;vel pela coordena&ccedil;&atilde;o e execu&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica Municipal da preven&ccedil;&atilde;o e combate ao uso de drogas prestar&aacute; todo apoio administrativo necess&aacute;rio ao funcionamento do Conselho.</p>
<p><strong> Cap&iacute;tulo VI- Da Diretoria </strong></p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 16 </strong> <strong> . </strong> A diretoria do COMAD ser&aacute; composta de 01 (um) Presidente, 01 (um) Vice-Presidente e 01 (um) Secret&aacute;rio, eleitos pelos membros do Conselho em vota&ccedil;&atilde;o aberta por maioria presentes, com a metade mais um, com mandado de 01 (um) ano.</p>
<p><strong>Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 17 </strong> <strong> . </strong> Ao Presidente do COMAD caber&aacute; as seguintes atribui&ccedil;&otilde;es:</p>
<p><strong> I </strong> &ndash; participar de todas as reuni&otilde;es do COMAD;</p>
<p><strong> II </strong> &ndash; convocar as reuni&otilde;es ordin&aacute;rias e extraordin&aacute;rias;</p>
<p><strong> III </strong> &ndash; deliberar sobre as comiss&otilde;es de trabalho;</p>
<p><strong> IV </strong> &ndash; assinar as correspond&ecirc;ncias e resolu&ccedil;&otilde;es do COMAD;</p>
<p><strong> V </strong> &ndash; voto de desempate;</p>
<p><strong> VI </strong> &ndash; representar o COMAD ou outorgar poderes de representa&ccedil;&atilde;o a outro membro Titular do Conselho em ju&iacute;zo ou fora dele;</p>
<p><strong> VII </strong> &ndash; cumprir as determina&ccedil;&otilde;es da plen&aacute;ria;</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo &uacute;nico </strong> <strong> . </strong> Cabe somente ao Presidente, ou seu representante, falar em nome do Conselho perante a m&iacute;dia.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 18 </strong> <strong> . </strong> Ao Vice-Presidente do COMAD cabe substituir o Presidente em seu eventual impedimento.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo &uacute;nico. </strong> Nas aus&ecirc;ncias e impedimentos do Vice-presidente, promover-se-&aacute; a escolha de um Conselheiro para presidir a reuni&atilde;o.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 19 </strong> <strong> . </strong> Ao Secret&aacute;rio do COMAD caber&aacute; as seguintes atribui&ccedil;&otilde;es:</p>
<p><strong> I </strong> &ndash; lavrar as atas das reuni&otilde;es;</p>
<p><strong> II </strong> &ndash; organizar, arquivar e redigir correspond&ecirc;ncias e editais;</p>
<p><strong> III </strong> &ndash; fazer chamadas nas reuni&otilde;es com controle de presen&ccedil;a das entidades e substitui&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 20 </strong> <strong> . </strong> Aos conselheiros compete:</p>
<p><strong> I </strong> - participar das reuni&otilde;es do Conselho, com direito a voz e voto, sendo que os suplentes ter&atilde;o direito a voz;</p>
<p><strong> II </strong> - executar as tarefas que lhes forem atribu&iacute;das nos grupos especiais de trabalho, ou as que lhe forem individualmente solicitadas;</p>
<p><strong> III </strong> - manter o setor que representa regularmente informado sobre as atividades e delibera&ccedil;&otilde;es do Conselho;</p>
<p><strong> IV </strong> &ndash; manter sigilo dos assuntos veiculados no Conselho, sempre que determinado pela Plen&aacute;ria;</p>
<p><strong>V - </strong> convocar reuni&otilde;es mediante subscri&ccedil;&atilde;o por maioria dos presente (50% cinquenta por cento) mais um dos membros;</p>
<p><strong> VI </strong> - manter conduta &eacute;tica compat&iacute;vel com as atividades do Conselho.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 21 </strong> <strong> . </strong> Conceder-se-&aacute; licen&ccedil;a aos membros titulares do COMAD, por prazo n&atilde;o superior a 30 (trinta) dias, desde que solicitada por escrito ao Presidente, devidamente justificada e fundamentada.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 22 </strong> <strong> . </strong> Poder&atilde;o ser criadas comiss&otilde;es internas de trabalho constitu&iacute;das pelas entidades-membros do COMAD e outras institui&ccedil;&otilde;es, para promover estudos e emitir parecer a respeito de temas espec&iacute;ficos <strong> . </strong></p>
<p><strong> Par&aacute;grafo &uacute;nico. </strong> Consideram-se institui&ccedil;&otilde;es colaboradoras do COMAD as institui&ccedil;&otilde;es formadas de recursos humanos para a Assist&ecirc;ncia Social, para a Sa&uacute;de, para a Educa&ccedil;&atilde;o e &aacute;reas afins, entidades representativas de profissionais das &Aacute;reas acima citadas e demais entidades de assessoria de not&oacute;ria especializa&ccedil;&atilde;o independentes de sua representa&ccedil;&atilde;o no Conselho.</p>
<p><strong> Cap&iacute;tulo VII &ndash; Das Disposi&ccedil;&otilde;es Transit&oacute;rias </strong></p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 23 </strong> <strong> . </strong> O COMAD dever&aacute; se manter articulado com os demais Conselhos Municipais.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 24 </strong> <strong> . </strong> Tornam-se incompat&iacute;veis quaisquer posi&ccedil;&otilde;es e discuss&otilde;es de car&aacute;ter pol&iacute;tico-partid&aacute;rio nas reuni&otilde;es e delibera&ccedil;&otilde;es <strong> do COMAD. </strong></p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 25 </strong> <strong> . </strong> A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, dever&aacute; providenciar a imediata constitui&ccedil;&atilde;o do REMAD &ndash; Recursos Municipais Antidrogas, constitu&iacute;do com base nas verbas pr&oacute;prias do seu or&ccedil;amento anual, que ser&aacute; destinada com exclusividade aos atendimentos das despesas geradas pelo PROMAD &ndash; Programa Municipal Antidrogas.</p>
<p><strong> Cap&iacute;tulo VIII &ndash; Crit&eacute;rios para Cadastramento das Organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o Governamentais </strong></p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 26 </strong> <strong> . </strong> Documentos necess&aacute;rios para inscri&ccedil;&atilde;o:</p>
<p><strong> I &ndash; </strong> Oficio solicitando a inscri&ccedil;&atilde;o no COMAD;</p>
<p><strong> II &ndash; </strong> CNPJ &ndash; Cadastro Nacional de Pessoa Jur&iacute;dica;</p>
<p><strong> III &ndash; </strong> Estatuto Social Registrado em Cart&oacute;rio;</p>
<p><strong> IV &ndash; </strong> Ata de Elei&ccedil;&atilde;o da Diretoria atualizada registrada em Cart&oacute;rio;</p>
<p><strong> V &ndash; </strong> Plano de a&ccedil;&atilde;o;</p>
<p><strong> VI &ndash; </strong> Relat&oacute;rio de atividade do ano anterior;</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 27 </strong> <strong> . </strong> Fica criado a CAAP (Comiss&atilde;o de An&aacute;lise, Aprova&ccedil;&atilde;o e Procedimentos) que ser&aacute; respons&aacute;vel pelo exame minucioso da documenta&ccedil;&atilde;o elencada no Art. 26&ordm; para sua aprova&ccedil;&atilde;o e posterior emiss&atilde;o do CERTIFICADO DE REGISTRO NO COMAD que ter&aacute; validade pelo prazo de 2(d&oacute;is) anos, devendo ser impreterivelmente renovado.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . 28. </strong> A CAAP (Comiss&atilde;o de An&aacute;lise, Aprova&ccedil;&atilde;o e Procedimentos) ser&aacute; composta de 4 (quatro) participantes representantes indicados pelo COMAD em reuni&atilde;o plen&aacute;ria e obrigatoriamente 1(um) representante t&eacute;cnico indicado pela SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 29 </strong> <strong> . </strong> Este Regimento Interno s&oacute; poder&aacute; ser alterado em reuni&atilde;o do COMAD pela maioria simples de seus membros e homologado atrav&eacute;s de ato normativo do Poder Executivo.</p>
<p><strong> Art </strong> <strong> . </strong> <strong> 30&ordm; </strong> <strong> . </strong> Este Regimento Interno entrar&aacute; em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E </strong> CUMPRA-SE <strong> . PREFEITURA MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS, </strong> aos onze dias do m&ecirc;s de junho do ano de dois mil e quinze.</p>
<p><strong> ARLEI DE OLIVEIRA ROSA </strong></p>
<p><strong> = Prefeito = </strong></p>]]></description>
			<author>alternativavendas@hotmail.com (Site admin)</author>
			<category>Decretos</category>
			<pubDate>Sun, 12 Jul 2015 20:45:07 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DECRETO Nº 4674 , DE 11/06/2015. AUTORIZA À SECRETARIA MUNICIPAL DE AGRICULTURA MEDIANTE TERMO DE COMPROMISSO A REALIZAR O EVENTO DE FORMATURA DA TURMA DE MEDICINA.</title>
			<link>http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4711-decreto-n-4674</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4711-decreto-n-4674</guid>
			<description><![CDATA[<p>
   <strong>
    EMENTA:
   </strong>
   AUTORIZA À SECRETARIA MUNICIPAL DE AGRICULTURA MEDIANTE TERMO DE COMPROMISSO A REALIZAR O EVENTO DE FORMATURA DA TURMA DE MEDICINA.
  </p>
  <p>
   <strong>
    O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESÓPOLIS
   </strong>
   , usando das atribuições que lhe confere a legislação em vigor,
  </p>
  <p>
   CONSIDERANDO que o Parque Municipal de Exposições é um bem público de uso especial, cuja administração e utilização foram reguladas no art. 97 da lei Orgânica Municipal,
  </p>
  <p>
   CONSIDERANDO a Lei Municipal nº 1.815/1997, regulamenta o art. 97 da Lei Orgânica Municipal, o qual autoriza o Poder Executivo a promover a administração e utilização efetiva de referidos bens.
  </p>
  <p>
   <strong>
    DECRETA:
   </strong>
  </p>
  <p>
   <strong>
    Art. 1º
   </strong>
   Fica autorizado a Secretaria Municipal de Agricultura a firmar Termo de Compromisso visando a realização de evento de Formatura da turma de Medicina, nos dias 16, 17, 18 de julho de 2015.
  </p>
  <p>
   <strong>
    Art. 2º
   </strong>
   O Compromissado deverá respeitar o limite de decibéis estabelecido para o local, sob pena de responder civil, administrativa e penalmente por eventuais desdobramentos relacionados ao descumprimento do limite.
  </p>
  <p>
   <strong>
    Art.
   </strong>
   <strong>
    3
   </strong>
   <strong>
    º
   </strong>
   <strong>
   </strong>
   O compromissado recolherá aos cofres públicos todos os tributos, garantias e demais encargos para a utilização.
  </p>
  <p>
   <strong>
    Art.
   </strong>
   <strong>
    4
   </strong>
   <strong>
    º
   </strong>
   Entra o presente Decreto em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a partir de sua assinatura.
  </p>
  <p>
   <strong>
    REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE. PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESÓPOLIS,
   </strong>
   aos onze dias do mês de junho do ano de dois mil e quinze.
  </p>
  <p>
   <strong>
    ARLEI DE OLIVEIRA ROSA
   </strong>
  </p>
  <p>
   <strong>
    =
   </strong>
   <strong>
    Prefeito
   </strong>
   <strong>
    =
   </strong>
  </p>]]></description>
			<author>alternativavendas@hotmail.com (Site admin)</author>
			<category>Decretos</category>
			<pubDate>Sun, 12 Jul 2015 20:42:07 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DECRETO Nº 4670, DE 27/05/2015. DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DOS BENEFÍCIOS EVENTUAIS NO ÂMBITO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.</title>
			<link>http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4710-decreto-n-4670</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4710-decreto-n-4670</guid>
			<description><![CDATA[<p><strong> EMENTA: </strong> DISP&Otilde;E SOBRE A CONCESS&Atilde;O DOS BENEF&Iacute;CIOS EVENTUAIS NO &Acirc;MBITO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E D&Aacute; OUTRAS PROVID&Ecirc;NCIAS</p>
<p><strong> O PREFEITO MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS </strong> , no uso das atribui&ccedil;&otilde;es que lhe confere o art. 60, Cap&iacute;tulo II, Se&ccedil;&atilde;o II, da Lei Org&acirc;nica do Munic&iacute;pio e,</p>
<p>CONSIDERANDO que a concess&atilde;o de Benef&iacute;cios Eventuais &eacute; um direito garantido na Lei Org&acirc;nica da Assist&ecirc;ncia Social (LOAS &ndash; Lei Federal n&ordm;. 8742, de 7 de dezembro de 1993), regulamentada pela Lei Federal n&ordm; 12.435, de 6 de julho de 2011;</p>
<p>CONSIDERANDO as normativas do Conselho Nacional de Assist&ecirc;ncia Social sobre os crit&eacute;rios orientadores para a regulamenta&ccedil;&atilde;o da provis&atilde;o dos Benef&iacute;cios Eventuais no &acirc;mbito das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de Assist&ecirc;ncia Social.</p>
<p><strong> DECRETA: </strong></p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO I </strong></p>
<p><strong> DAS DISPOSI&Ccedil;&Otilde;ES GERAIS </strong></p>
<p><strong> Art. 1&ordm; </strong> A concess&atilde;o dos Benef&iacute;cios Eventuais, previstos na forma da Lei Federal n&ordm; 8742, de 7 de dezembro de 1993 (Lei Org&acirc;nica da Assist&ecirc;ncia Social &ndash; LOAS), regulamentada pela Lei Federal n&ordm; 12.435, de 6 de julho de 2011, no Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis, obedecer&aacute; ao disposto neste Decreto.</p>
<p><strong> Art. 2&ordm; </strong> O Benef&iacute;cio Eventual &eacute; uma modalidade de provis&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o social b&aacute;sica, de car&aacute;ter suplementar e tempor&aacute;rio, que integra organicamente as garantias do Sistema &Uacute;nico de Assist&ecirc;ncia Social (SUAS), com fundamenta&ccedil;&atilde;o nos princ&iacute;pios de cidadania e nos direitos sociais e humanos, prestadas aos cidad&atilde;os e &agrave;s fam&iacute;lias em virtude de nascimento, morte, situa&ccedil;&otilde;es de vulnerabilidade tempor&aacute;ria e de calamidade p&uacute;blica.</p>
<p><strong> Art. 3&ordm; </strong> O acesso aos Benef&iacute;cios Eventuais &eacute; direito do cidad&atilde;o, e sua concess&atilde;o se dar&aacute; com a observ&acirc;ncia &agrave; dignidade dos contemplados, observadas as disposi&ccedil;&otilde;es da legisla&ccedil;&atilde;o federal, as Resolu&ccedil;&otilde;es do Conselho Nacional de Assist&ecirc;ncia Social (CNAS) e as disposi&ccedil;&otilde;es deste Decreto.</p>
<p><strong> Art. 4&ordm; </strong> Na concess&atilde;o dos Benef&iacute;cios Eventuais &eacute; vedada qualquer situa&ccedil;&atilde;o que possa constranger ou expor negativamente a imagem do beneficiado.</p>
<p><strong> Art. 5&ordm; </strong> Para acesso aos Benef&iacute;cios Eventuais de que trata este Decreto, al&eacute;m de comprovar domic&iacute;lio no Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis, &eacute; necess&aacute;rio atender aos crit&eacute;rios cumulativamente:</p>
<p><strong> I &ndash; </strong> ter renda per capita mensal da fam&iacute;lia igual ou inferior a &frac14; (um quarto) do sal&aacute;rio m&iacute;nimo;</p>
<p><strong> II &ndash; </strong> estar inserido no Cadastro &Uacute;nico do Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis;</p>
<p><strong> III &ndash; </strong> avalia&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica do Servi&ccedil;o Social da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.</p>
<p><strong> Art. 6&ordm; </strong> Para requerer o Benef&iacute;cio Eventual, o usu&aacute;rio dever&aacute; apresentar os seguintes documentos:</p>
<p><strong>I &ndash; </strong> c&oacute;pia de Carteira de Identidade (Registro Geral) ou outro documento oficial de identifica&ccedil;&atilde;o, com foto do requerente e c&oacute;pia do seu comprovante de inscri&ccedil;&atilde;o no Cadastro de Pessoa F&iacute;sica (CPF) do Minist&eacute;rio da Fazenda;</p>
<p><strong> II - </strong> c&oacute;pia do comprovante de resid&ecirc;ncia atual do requerente, ou do m&ecirc;s anterior;</p>
<p><strong> III &ndash; </strong> c&oacute;pia da Carteira de Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social (CTPS), para quem n&atilde;o possui renda comprovada ou esteja desempregado;</p>
<p><strong> IV - </strong> c&oacute;pia do comprovante de renda atual do requerente, ou do m&ecirc;s anterior, tais como: Aposentadoria, Benef&iacute;cio Social da LOAS ou Aux&iacute;lio Doen&ccedil;a, dentre outros;</p>
<p><strong> V - </strong> c&oacute;pia do N&uacute;mero de Identifica&ccedil;&atilde;o Social (NIS) ou c&oacute;pia do Cart&atilde;o do Programa Bolsa Fam&iacute;lia, caso possua.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo &uacute;nico </strong> <strong> . </strong> Os usu&aacute;rios dos Benef&iacute;cios Eventuais, quando residentes em &aacute;reas de abrang&ecirc;ncia dos CRAS, dever&atilde;o ser encaminhados para essas unidades, com o intuito de sua inser&ccedil;&atilde;o nas a&ccedil;&otilde;es pertinentes ao PAIF &ndash; Programa de Atendimento Integral a Fam&iacute;lia.</p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO II - DAS ESP&Eacute;CIES DE BENEF&Iacute;CIOS EVENTUAIS </strong></p>
<p><strong> Se&ccedil;&atilde;o I </strong></p>
<p><strong> DAS DISPOSI&Ccedil;&Otilde;ES PRELIMINARES </strong></p>
<p><strong> Art. 7&ordm; </strong> S&atilde;o esp&eacute;cies de Benef&iacute;cios Eventuais:</p>
<p><strong> I &ndash; </strong> o Aux&iacute;lio Natalidade;</p>
<p><strong> II &ndash; </strong> o Aux&iacute;lio Funeral;</p>
<p><strong> III &ndash; </strong> o Aux&iacute;lio Moradia;</p>
<p><strong> IV &ndash; </strong> o Aux&iacute;lio Viagem;</p>
<p><strong> VI &ndash; </strong> o Aux&iacute;lio Cesta B&aacute;sica;</p>
<p><strong> VII &ndash; </strong> outros Benef&iacute;cios Eventuais para atender &agrave;s necessidades advindas de situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncias ou calamidades p&uacute;blicas.</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm; </strong> . As provis&otilde;es relacionadas a programas, projetos, a&ccedil;&otilde;es, servi&ccedil;os e benef&iacute;cios afetos &agrave;s &aacute;reas da sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o, habita&ccedil;&atilde;o e demais pol&iacute;ticas setoriais, n&atilde;o se incluem na condi&ccedil;&atilde;o de Benef&iacute;cios Eventuais de Assist&ecirc;ncia Social.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm;. </strong> A concess&atilde;o, monitoramento e o controle dos Benef&iacute;cios Eventuais de que trata este Decreto compete exclusivamente &agrave; Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.</p>
<p><strong> Art. 8&ordm; </strong> A prioridade na concess&atilde;o dos Benef&iacute;cios Eventuais dar-se-&aacute; em favor das crian&ccedil;as, da fam&iacute;lia, do idoso, da pessoa com defici&ecirc;ncia, da gestante, da nutriz e nos casos de calamidade p&uacute;blica.</p>
<p><strong> Se&ccedil;&atilde;o II </strong></p>
<p><strong> DO AUX&Iacute;LIO NATALIDADE </strong></p>
<p><strong> Art. 9&ordm; </strong> O Auxilio Natalidade consiste em uma presta&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria, n&atilde;o contributiva da assist&ecirc;ncia social, em bens de consumo, para reduzir vulnerabilidade provocada por nascimento de membro da fam&iacute;lia.</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm;. </strong> O Auxilio Natalidade, prestado em benef&iacute;cio do nascituro, consistir&aacute; no enxoval do rec&eacute;m-nascido, incluindo itens de vestu&aacute;rio e higiene, observada a qualidade que garanta respeito &agrave; dignidade da fam&iacute;lia.</p>
<p><strong>&sect; 2&ordm;. </strong> O requerimento do Aux&iacute;lio Natalidade deve ser apresentado ao servi&ccedil;o de assist&ecirc;ncia social a partir do s&eacute;timo m&ecirc;s de gesta&ccedil;&atilde;o, at&eacute; trinta dias ap&oacute;s o nascimento da crian&ccedil;a com vida.</p>
<p><strong> &sect; 3&ordm;. </strong> O Aux&iacute;lio Natalidade dever&aacute; ser concedido em at&eacute; trinta dias ap&oacute;s o requerimento.</p>
<p><strong> &sect; 4&ordm;. </strong> &Eacute; condi&ccedil;&atilde;o para a concess&atilde;o do Aux&iacute;lio Natalidade ter a gestante benefici&aacute;ria se submetido ao acompanhamento do pr&eacute;-natal na rede p&uacute;blica de sa&uacute;de, tendo que apresentar o Cart&atilde;o de Gestante no requerimento do benef&iacute;cio.</p>
<p><strong> &sect; 5&ordm;. </strong> Podem requerer o Aux&iacute;lio Natalidade, observado o disposto no par&aacute;grafo anterior:</p>
<p><strong> a) </strong> preferencialmente a gestante, se maior absolutamente capaz, ou, se menor, atrav&eacute;s do seu representante legal;</p>
<p><strong> b) </strong> o pai do nascituro, se maior absolutamente capaz, ou, se menor, atrav&eacute;s do seu representante legal, mediante a comprova&ccedil;&atilde;o dos documentos de identifica&ccedil;&atilde;o da gestante.</p>
<p><strong> Se&ccedil;&atilde;o III </strong></p>
<p><strong> DO AUX&Iacute;LIO FUNERAL </strong></p>
<p><strong> Art. 10. </strong> O Aux&iacute;lio Funeral consiste em presta&ccedil;&atilde;o &uacute;nica, n&atilde;o contributiva da assist&ecirc;ncia social, para reduzir vulnerabilidade provocada por morte de membro da fam&iacute;lia, e ser&aacute; concedido exclusivamente atrav&eacute;s do fornecimento da urna funer&aacute;ria.</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm;. </strong> O Aux&iacute;lio Funeral n&atilde;o ter&aacute; fun&ccedil;&atilde;o de ressarcimento de despesas efetuadas para a aquisi&ccedil;&atilde;o de urnas, vel&oacute;rio, sepultamento e translado.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm;. </strong> O Auxilio Funeral poder&aacute; ser solicitado por qualquer membro do n&uacute;cleo familiar; por quem tenha v&iacute;nculo de parentesco em linha reta, colateral ou afetiva ou por terceiros n&atilde;o familiar, em condi&ccedil;&otilde;es excepcionais, mediante a comprova&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de Assistentes Sociais da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.</p>
<p><strong> &sect; 3&ordm;. </strong> Para requerer o Aux&iacute;lio Funeral, al&eacute;m de apresentar os documentos mencionados no art. 6&ordm; deste Decreto, o requerente dever&aacute; apresentar tamb&eacute;m a seguinte documenta&ccedil;&atilde;o:</p>
<p><strong> a) </strong> c&oacute;pia de um documento de identifica&ccedil;&atilde;o do falecido;</p>
<p><strong> b) </strong> c&oacute;pia da Certid&atilde;o de &Oacute;bito.</p>
<p><strong> Se&ccedil;&atilde;o IV </strong></p>
<p><strong> DO AUX&Iacute;LIO MORADIA </strong></p>
<p><strong> Art. 11 </strong> . O Aux&iacute;lio Moradia consiste em presta&ccedil;&atilde;o pecuni&aacute;ria, n&atilde;o contributiva da assist&ecirc;ncia social, destinada a complementar as despesas de moradia tempor&aacute;ria de n&uacute;cleo familiar em situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia ou calamidade p&uacute;blica, que tenha implicado a perda da moradia em definitivo.</p>
<p><strong> Art. 12. </strong> S&atilde;o requisitos para a concess&atilde;o do Aux&iacute;lio Moradia, em situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia ou calamidade p&uacute;blica:</p>
<p><strong> I &ndash; </strong> Relat&oacute;rio de Ocorr&ecirc;ncia e/ou Termo de Interdi&ccedil;&atilde;o expedido pela Secretaria Municipal de Defesa Civil, comprovando que o im&oacute;vel n&atilde;o possui condi&ccedil;&otilde;es de moradia permanentemente;</p>
<p><strong>II &ndash; </strong> Relat&oacute;rio Social, elaborado pelo Servi&ccedil;o Social da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social no &acirc;mbito da prote&ccedil;&atilde;o social b&aacute;sica ou especial, dos atendimentos &agrave; fam&iacute;lia atingida verificada a situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade social.</p>
<p><strong> III- </strong> n&atilde;o ser propriet&aacute;rio de outro im&oacute;vel que possa servir de moradia;</p>
<p><strong> Art. 13 </strong> . Para a autoriza&ccedil;&atilde;o do procedimento de inser&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias no benef&iacute;cio do Aux&iacute;lio Moradia dever&atilde;o ser considerados os seguintes crit&eacute;rios:</p>
<p><strong> I &ndash; </strong> o benef&iacute;cio ser&aacute; destinado ao atendimento priorit&aacute;rio &agrave;s fam&iacute;lias com filhos menores de idade, idosos ou pessoas com defici&ecirc;ncia domiciliadas no Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis, em situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade social e situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia ou calamidade p&uacute;blica;</p>
<p><strong> II &ndash; </strong> ser&atilde;o consideradas fam&iacute;lias em vulnerabilidade social para fins de recebimento do Aux&iacute;lio Moradia, as que, sem preju&iacute;zo do disposto no artigo</p>
<p>5&ordm; deste Decreto, possuir renda per capta igual ou inferior a um quarto do sal&aacute;rio m&iacute;nimo vigente, em conformidade com a Lei Org&acirc;nica da Assist&ecirc;ncia Social (LOAS), regulamentada pela Lei Federal 12.435, de 6 de julho 2011;</p>
<p><strong> III &ndash; </strong> os recursos do Aux&iacute;lio Moradia ser&atilde;o destinados, exclusivamente, ao pagamento das despesas de loca&ccedil;&atilde;o residencial em favor da fam&iacute;lia benefici&aacute;ria, n&atilde;o sendo permitida a sua utiliza&ccedil;&atilde;o para outros fins.</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm; </strong> <strong> . </strong> O Aux&iacute;lio Moradia ser&aacute; concedido por um per&iacute;odo de 6 (seis) meses, podendo ser renovado por igual prazo, mediante a necessidade evidenciada atrav&eacute;s de Relat&oacute;rio Social do Servi&ccedil;o Social da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.</p>
<p><strong> &sect; 2 </strong> <strong> &ordm; </strong> <strong> . </strong> N&atilde;o ser&aacute; permitido, sob qualquer hip&oacute;tese, o pagamento do Aux&iacute;lio Moradia por prazo superior a 12 (doze) meses.</p>
<p><strong> Art. 14. </strong> As fam&iacute;lias benefici&aacute;rias do Aux&iacute;lio Moradia ser&atilde;o acompanhadas pelos Centros de Refer&ecirc;ncia de Assist&ecirc;ncia Social- CRAS.</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm;. </strong> A solicita&ccedil;&atilde;o para inclus&atilde;o de fam&iacute;lia no benef&iacute;cio do Aux&iacute;lio Moradia &eacute; ato privativo dos pr&oacute;prios integrantes do n&uacute;cleo familiar.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm;. </strong> No ato de solicita&ccedil;&atilde;o do benef&iacute;cio &eacute; obrigat&oacute;ria a apresenta&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero do Cadastro de Pessoa F&iacute;sica (CPF) do benefici&aacute;rio, para o repasse financeiro do aux&iacute;lio, em caso de concess&atilde;o.</p>
<p><strong> Art. 15. </strong> &Eacute; de responsabilidade exclusiva do benefici&aacute;rio do Aux&iacute;lio Moradia a destina&ccedil;&atilde;o dos respectivos recursos para o pagamento das despesas de loca&ccedil;&atilde;o da resid&ecirc;ncia por ele ocupada bem como a formaliza&ccedil;&atilde;o do contrato de aluguel.</p>
<p><strong> Art. 16. </strong> Ao Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis n&atilde;o subsiste qualquer responsabilidade, solid&aacute;ria ou subsidi&aacute;ria, por qualquer despesa decorrente da loca&ccedil;&atilde;o e ocupa&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel pela fam&iacute;lia benefici&aacute;ria do Aux&iacute;lio Moradia.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo &uacute;nico. </strong> A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social n&atilde;o ter&aacute; qualquer v&iacute;nculo ou contato com o propriet&aacute;rio do im&oacute;vel alugado pelas fam&iacute;lias inseridas no benef&iacute;cio do Aux&iacute;lio Moradia.</p>
<p><strong> Art. 17. </strong> O valor do Aux&iacute;lio Moradia ser&aacute; de R$ 500,00 (quinhentos reais) por m&ecirc;s.</p>
<p><strong>&sect; 1&ordm;. </strong> Ser&atilde;o beneficiadas com Aux&iacute;lio Moradia, as fam&iacute;lias, atualmente, assistidas pelo Programa Municipal Emergencial &ndash; PME, cadastradas at&eacute; a data da publica&ccedil;&atilde;o deste Decreto, sendo extinto o referido programa.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm;. </strong> As fam&iacute;lias beneficiadas pelo PME ser&atilde;o recadastradas para adequa&ccedil;&atilde;o &agrave; nova norma e verifica&ccedil;&atilde;o do uso adequado dos recursos recebidos.</p>
<p><strong> Art. 18 </strong> . A partir da data de solicita&ccedil;&atilde;o do benef&iacute;cio, a concess&atilde;o do Aux&iacute;lio Moradia dar-se-&aacute; no prazo de at&eacute; 30 (trinta) dias, desde que atendidos todos os requisitos dispostos nesta norma.</p>
<p><strong> Art. 19 </strong> . O repasse mensal do Aux&iacute;lio Moradia ser&aacute; efetuado at&eacute; o 5&ordm; dia &uacute;til de cada m&ecirc;s.</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm;. </strong> O Aux&iacute;lio Moradia ser&aacute; repassado ao respons&aacute;vel pela fam&iacute;lia benefici&aacute;ria, em presta&ccedil;&otilde;es mensais, mediante a apresenta&ccedil;&atilde;o do recibo de quita&ccedil;&atilde;o do aluguel do m&ecirc;s anterior;</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm; </strong> . Mediante Relat&oacute;rio de Visitas realizadas por Assistentes Sociais da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, o Aux&iacute;lio Moradia poder&aacute; ser suspenso se constatada a utiliza&ccedil;&atilde;o indevida ou inadequada dos recursos do benef&iacute;cio.</p>
<p><strong> &sect; 3&ordm; </strong> <strong> . </strong> Quando houver den&uacute;ncia, por escrito e fundamentadas, o benef&iacute;cio ser&aacute; temporariamente suspenso at&eacute; que se apure a sua veracidade. Se verificada a inexist&ecirc;ncia de irregularidade ser&aacute; reativado o benef&iacute;cio com o pagamento do per&iacute;odo suspenso.</p>
<p><strong> &sect; 4&ordm; </strong> <strong> . </strong> Quando constatada a veracidade da den&uacute;ncia apresentada o benef&iacute;cio ser&aacute; cancelado sem preju&iacute;zo das san&ccedil;&otilde;es c&iacute;veis e penais, bem como os procedimentos administrativos cab&iacute;veis para ressarcimento aos cofres p&uacute;blicos dos valores recebidos indevidamente.</p>
<p><strong> &sect; </strong> <strong> 5&ordm; </strong> <strong> . </strong> O &oacute;rg&atilde;o respons&aacute;vel promover&aacute; recadastramento peri&oacute;dicos de todos os benefici&aacute;rios a fim de verificar a correta utiliza&ccedil;&atilde;o do benef&iacute;cio.</p>
<p><strong> Art. 20 </strong> . A loca&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel, a negocia&ccedil;&atilde;o de valores, a contrata&ccedil;&atilde;o da loca&ccedil;&atilde;o e o pagamento mensal dos alugu&eacute;is ao propriet&aacute;rio, assim como a assun&ccedil;&atilde;o das demais despesas da loca&ccedil;&atilde;o (consumo de energia el&eacute;trica, &aacute;gua e esgoto etc.) ser&atilde;o de responsabilidade exclusiva do titular do benef&iacute;cio.</p>
<p><strong> Art. 21 </strong> . O im&oacute;vel alugado n&atilde;o poder&aacute; pertencer a familiares do benefici&aacute;rio e nem tampouco ter sido interditado pela Defesa Civil ou &Oacute;rg&atilde;o Superior;</p>
<p><strong> Art. 22. </strong> O benefici&aacute;rio que perder o Aux&iacute;lio Moradia por qualquer dos motivos referidos nos artigos supra, n&atilde;o poder&aacute; ser novamente contemplado pelo prazo de 2 (dois) anos.</p>
<p><strong> Art. 23. </strong> &Eacute; proibida a utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos do Aux&iacute;lio Moradia para o assentamento da fam&iacute;lia benefici&aacute;ria em im&oacute;vel localizado em &aacute;rea de risco, assim reconhecida pela Secretaria Municipal de Defesa Civil.</p>
<p><strong> Se&ccedil;&atilde;o V </strong></p>
<p><strong> DO AUXILIO VIAGEM </strong></p>
<p><strong> Art. 24 </strong> . O Auxilio Viagem consiste em uma presta&ccedil;&atilde;o &uacute;nica, n&atilde;o contributiva da assist&ecirc;ncia social, em fornecimento de passagem intermunicipal, para encaminhar o benefici&aacute;rio para retorno ao seu local de origem ou onde seja poss&iacute;vel o resgate dos seus v&iacute;nculos familiares.</p>
<p><strong>Art. 25. </strong> Ser&aacute; avaliada a necessidade ou n&atilde;o da concess&atilde;o do benef&iacute;cio, pelo Servi&ccedil;o Social da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, mediante solicita&ccedil;&atilde;o do usu&aacute;rio da Assist&ecirc;ncia Social.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo &uacute;nico </strong> . Para requerimento do benef&iacute;cio, o usu&aacute;rio dever&aacute; apresentar c&oacute;pia de Carteira de Identidade (Registro Geral) ou outro documento oficial de identifica&ccedil;&atilde;o, com foto do requerente e c&oacute;pia do seu comprovante de inscri&ccedil;&atilde;o no Cadastro de Pessoa F&iacute;sica (CPF) do Minist&eacute;rio da Fazenda.</p>
<p><strong> Se&ccedil;&atilde;o VI </strong></p>
<p><strong> DO AUX&Iacute;LIO DOCUMENTA&Ccedil;&Atilde;O </strong></p>
<p><strong> Art. 26. </strong> O Aux&iacute;lio Documenta&ccedil;&atilde;o consiste em uma presta&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria, n&atilde;o contributiva da assist&ecirc;ncia social, garantindo ao benefici&aacute;rio e sua fam&iacute;lia a obten&ccedil;&atilde;o dos documentos civis b&aacute;sicos de que necessitem; desde que n&atilde;o disponham de condi&ccedil;&otilde;es financeiras para adquiri-los.</p>
<p><strong> Art. 27. </strong> O Aux&iacute;lio Documenta&ccedil;&atilde;o &eacute; destinado para a obten&ccedil;&atilde;o da segunda via de Registro de Nascimento e Certid&atilde;o de Casamento, em Cart&oacute;rios de Registro Civil fora do Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo &uacute;nico </strong> <strong> . </strong> Caber&aacute; a Secretaria de Desenvolvimento Social providenciar a documenta&ccedil;&atilde;o do que trata o presente artigo.</p>
<p><strong> Art. 28. </strong> O Aux&iacute;lio Documenta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o consistir&aacute; em concess&atilde;o de pec&uacute;nia aos benefici&aacute;rios.</p>
<p><strong> Se&ccedil;&atilde;o VII </strong></p>
<p><strong> DO AUX&Iacute;LIO ALIMENTA&Ccedil;&Atilde;O </strong></p>
<p><strong> Art. 29 </strong> . O Aux&iacute;lio Alimenta&ccedil;&atilde;o consiste em uma presta&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria, n&atilde;o contributiva da assist&ecirc;ncia social, na forma de entrega de cesta b&aacute;sica de g&ecirc;neros aliment&iacute;cios.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo </strong> <strong> &uacute; </strong> <strong> nico </strong> <strong> . </strong> Fica vedada a convers&atilde;o do Aux&iacute;lio Alimenta&ccedil;&atilde;o em pec&uacute;nia.</p>
<p><strong> Art. 30. </strong> O Aux&iacute;lio Alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; destinado ao requerente e seu n&uacute;cleo familiar e ser&aacute; concedido, preferencialmente, nos seguintes casos:</p>
<p><strong> I &ndash; </strong> inseguran&ccedil;a alimentar causada pela falta de condi&ccedil;&atilde;o financeira da fam&iacute;lia benefici&aacute;ria em manter uma alimenta&ccedil;&atilde;o digna, saud&aacute;vel, com qualidade e quantidade suficientes;</p>
<p><strong> II &ndash; </strong> nos casos de emerg&ecirc;ncia ou calamidade p&uacute;blica.</p>
<p><strong> Art. 31. </strong> Ser&atilde;o observados os seguintes crit&eacute;rios para a concess&atilde;o do Aux&iacute;lio Alimenta&ccedil;&atilde;o:</p>
<p><strong> I &ndash; </strong> avalia&ccedil;&atilde;o social pelo Servi&ccedil;o Social da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social;</p>
<p><strong> II &ndash; </strong> concess&atilde;o mensal limitada a uma cesta b&aacute;sica;</p>
<p><strong> III &ndash; </strong> entrega das cestas b&aacute;sicas pelo prazo m&aacute;ximo de at&eacute; 90 (noventa) dias, mediante necessidade identificada pelo Servi&ccedil;o Social da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social;</p>
<p><strong>Se&ccedil;&atilde;o VIII</strong></p>
<p><strong> DOS OUTROS BENEF&Iacute;CIOS EM </strong></p>
<p><strong> CASOS DE EMERG&Ecirc;NCIA E/OU CALAMIDADE P&Uacute;BLICA </strong></p>
<p><strong> Art. 32. </strong> Consideram-se como outros Benef&iacute;cios Eventuais todas as a&ccedil;&otilde;es emergenciais, de car&aacute;ter transit&oacute;rio, em forma de bens materiais b&aacute;sicos e com a finalidade de atender &agrave;s fam&iacute;lias atingidas por situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia ou calamidades p&uacute;blicas objetivando reconstruir a autonomia dos benefici&aacute;rios atrav&eacute;s da redu&ccedil;&atilde;o da vulnerabilidade e dos impactos decorrentes de riscos sociais.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo </strong> <strong> &uacute; </strong> <strong> nico </strong> <strong> . </strong> Entendem-se por calamidade p&uacute;blica ou situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia, aquela reconhecida pelo Poder P&uacute;blico Municipal da situa&ccedil;&atilde;o de anormalidade, advinda de baixas ou altas temperaturas, tempestades, enchentes, invers&atilde;o t&eacute;rmica, desabamentos, inc&ecirc;ndios ou epidemias ou qualquer evento que cause s&eacute;rios danos &agrave; comunidade afetada ou &agrave; vida de seus integrantes.</p>
<p><strong> Art. 33. </strong> Enquadram-se como outros benef&iacute;cios eventuais, os bens materiais abaixo elencados:</p>
<p><strong> I &ndash; </strong> disponibiliza&ccedil;&atilde;o de colch&otilde;es, cobertores, artigos de higiene pessoal e materiais de limpeza;</p>
<p><strong> II &ndash; </strong> o fornecimento de alimentos e &aacute;gua;</p>
<p><strong> III &ndash; </strong> fornecimento de vestu&aacute;rio;</p>
<p><strong> IV &ndash; </strong> outros materiais de primeira necessidade.</p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO III- DAS DISPOSI&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS </strong></p>
<p><strong> Art. 34 </strong> . Caber&aacute; &agrave; Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, como &oacute;rg&atilde;o gestor da Pol&iacute;tica de Assist&ecirc;ncia Social do Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis:</p>
<p><strong> I &ndash; </strong> a coordena&ccedil;&atilde;o geral, a concess&atilde;o, a operacionaliza&ccedil;&atilde;o, o acompanhamento, a avalia&ccedil;&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o dos Benef&iacute;cios Eventuais, bem como o seu financiamento;</p>
<p><strong> II &ndash; </strong> a realiza&ccedil;&atilde;o de estudos da realidade e monitoramento da demanda para o constante aperfei&ccedil;oamento da concess&atilde;o dos Benef&iacute;cios Eventuais;</p>
<p><strong> III &ndash; </strong> expedir as instru&ccedil;&otilde;es e instituir formul&aacute;rios e modelos de documentos necess&aacute;rios &agrave; operacionaliza&ccedil;&atilde;o dos Benef&iacute;cios Eventuais.</p>
<p><strong> Art. 35. </strong> As despesas decorrentes deste Decreto correr&atilde;o por conta de dota&ccedil;&otilde;es or&ccedil;ament&aacute;rias pr&oacute;prias, previstas na Unidade Or&ccedil;ament&aacute;ria do Fundo Municipal de Assist&ecirc;ncia Social, em cada exerc&iacute;cio financeiro.</p>
<p><strong> Art. 36. </strong> O Munic&iacute;pio de Teres&oacute;polis dever&aacute; ajustar com a esfera Estadual e Federal, estrat&eacute;gias de co-financiamento dos Benef&iacute;cios Eventuais;</p>
<p><strong> Art. 37. </strong> Este Decreto entra em vigor na data da sua publica&ccedil;&atilde;o, revogando-se as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio, em especial o Decreto n&ordm; 3.992/2011, o Decreto n&ordm; 3.424/2007 e o Decreto n&ordm; 3.066/ 2003.</p>
<p><strong> REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE. PREFEITURA </strong> <strong> MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS, </strong> aos vinte e sete dias do m&ecirc;s de maio do ano de dois mil e quinze.</p>
<p>ARLEI DE OLIVEIRA ROSA</p>
<p>= PREFEITO =</p>]]></description>
			<author>alternativavendas@hotmail.com (Site admin)</author>
			<category>Decretos</category>
			<pubDate>Sun, 12 Jul 2015 20:38:23 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DECRETO Nº 4669 , DE 26/05/2015. CONVOCA A XI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL.</title>
			<link>http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4709-decreto-n-4669</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4709-decreto-n-4669</guid>
			<description><![CDATA[  <p>
   <strong>
    EMENTA:
   </strong>
   CONVOCA A XI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL.
  </p>
  <p>
   <strong>
    O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESÓPOLIS
   </strong>
   , usando das atribuições que lhe confere a legislação em vigor,
  </p>
  <p>
   CONSIDERANDO a necessidade de avaliar e propor diretrizes para a implementação da Política de Assistência Social no Município.
  </p>
  <p>
   <strong>
    DECRETA:
   </strong>
  </p>
  <p>
   <strong>
    Art. 1º
   </strong>
   Ficam convocada a XI Conferência Municipal de Assistência Social, a ser realizada no dia 11 de julho de 2015, tendo como tema central: “Consolidar o SUAS de vez rumo a 2026.”
  </p>
  <p>
   <strong>
    Art. 2º
   </strong>
   <strong>
   </strong>
   As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto, correrão por conta de dotação própria do orçamento do Órgão Gestor Municipal de Assistência Social.
  </p>
  <p>
   <strong>
    Art. 3
   </strong>
   <strong>
    º
   </strong>
   Entra o presente Decreto em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
  </p>
  <p>
   <strong>
    REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE. PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESÓPOLIS,
   </strong>
   aos vinte e seis dias do mês de maio do ano de dois mil e quinze.
  </p>
  <p>
   <strong>
    ARLEI DE OLIVEIRA ROSA
   </strong>
  </p>
  <p>
   <strong>
    =
   </strong>
   <strong>
    Prefeito
   </strong>
   <strong>
    =
   </strong>
  </p>]]></description>
			<author>alternativavendas@hotmail.com (Site admin)</author>
			<category>Decretos</category>
			<pubDate>Sun, 12 Jul 2015 20:36:33 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DECRETO Nº 4664, DE 12/05/2015. DÁ NOVA REGULAMENTAÇÃO À LEI MUNICIPAL Nº 3.337 DE 26 DE AGOSTO DE 2014.</title>
			<link>http://www.camarateresopolis.rj.gov.br/biblioteca/leis-municipais/decretos/4708-decreto-n-4664</link>
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			<description><![CDATA[<p><strong> EMENTA: </strong> D&Aacute; NOVA REGULAMENTA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; LEI MUNICIPAL N&ordm; 3.337 DE 26 DE AGOSTO DE 2014.</p>
<p><strong> O PREFEITO MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS </strong> , no uso das atribui&ccedil;&otilde;es que lhe confere a legisla&ccedil;&atilde;o em vigor e;</p>
<p><strong> DECRETA: </strong></p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO I </strong></p>
<p><strong> Art. 1&ordm; </strong> O Pr&ecirc;mio Fazer-se Professor &eacute; uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Teres&oacute;polis atrav&eacute;s da Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o. Institu&iacute;do pela Lei Municipal n&ordm; 3.337, de 26/08/2014, tem como um de seus objetivos reconhecer, premiar e divulgar o trabalho dos gestores, professores e agentes de creche da Rede P&uacute;blica Municipal pela contribui&ccedil;&atilde;o dada para a melhoria da qualidade da educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> Art. 2&ordm; </strong> O Projeto consiste na sele&ccedil;&atilde;o e premia&ccedil;&atilde;o das melhores experi&ecirc;ncias pedag&oacute;gicas desenvolvidas em uma das etapas da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica e que, comprovadamente, tenham sido exitosas, considerando as diretrizes propostas nos projetos pol&iacute;ticos pedag&oacute;gicos das Unidades da Rede Municipal de Ensino e que estejam em conson&acirc;ncia com as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas implementadas pelo Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e pela Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> Art. 3&ordm; </strong> S&atilde;o objetivos do Projeto &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo;:</p>
<p><strong> I- </strong> reconhecer as pr&aacute;ticas de trabalho dos professores, diretores, orientadores pedag&oacute;gicos e agentes de educa&ccedil;&atilde;o infantil que contribuam de forma relevante para a qualidade da educa&ccedil;&atilde;o do munic&iacute;pio;</p>
<p><strong> II - </strong> resgatar e valorizar o papel dos professores e demais profissionais de educa&ccedil;&atilde;o como agentes formadores das novas gera&ccedil;&otilde;es;</p>
<p><strong> III - </strong> dar visibilidade &agrave;s experi&ecirc;ncias pedag&oacute;gicas conduzidas pelos professores e consideradas exitosas, sendo pass&iacute;veis de ado&ccedil;&atilde;o por outros professores;</p>
<p><strong> IV - </strong> estimular a participa&ccedil;&atilde;o dos professores como sujeitos ativos no campo da pesquisa, registro e cataloga&ccedil;&atilde;o de suas experi&ecirc;ncias.</p>
<p><strong> Art. 4&ordm; </strong> Podem se inscrever no Projeto &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo;, agentes da educa&ccedil;&atilde;o infantil, professores, gestores, orientadores pedag&oacute;gicos, no exerc&iacute;cio da atividade em estabelecimentos escolares da rede municipal de ensino, seja na educa&ccedil;&atilde;o infantil, ensino fundamental e educa&ccedil;&atilde;o de jovens e adultos.</p>
<p><strong> Art. 5&ordm; </strong> O Projeto &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo; selecionar&aacute; as melhores experi&ecirc;ncias em 3 (tr&ecirc;s) categorias correspondentes &agrave;s seguintes etapas da educa&ccedil;&atilde;o:</p>
<p><strong> I - </strong> Educa&ccedil;&atilde;o Infantil;</p>
<p><strong> II - </strong> Ensino Fundamental (incluindo-se o Ensino de Jovens e Adultos -EJA);</p>
<p><strong> III - </strong> Gest&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo </strong> <strong> &uacute; </strong> <strong> nico </strong> <strong> . </strong> O Pr&ecirc;mio &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo; premiar&aacute; tamb&eacute;m o educador do ano, que ser&aacute; escolhido dentre os participantes de todas as categorias acima e que receber&aacute; o trof&eacute;u de &ldquo;Profissional Inovador&rdquo; e a premia&ccedil;&atilde;o descrita no art. 20 deste Decreto.</p>
<p><strong> Art. 6&ordm; </strong> O Projeto &ldquo;Fazer Professor&rdquo; ser&aacute; realizado anualmente com a supervis&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o da Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO II </strong></p>
<p><strong> DA COMISS&Atilde;O ORGANIZADORA </strong></p>
<p><strong> Art. 7&ordm; </strong> A Comiss&atilde;o Organizadora do Projeto &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo; ser&aacute; composta por profissionais do Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o e do Departamento Administrativo da Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o designados pelo (a) Secret&aacute;rio (a) Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o e ter&aacute; as seguintes atribui&ccedil;&otilde;es:</p>
<p><strong> I- </strong> coordenar e apoiar, log&iacute;stica e administrativamente, todas as etapas de realiza&ccedil;&atilde;o do Projeto;</p>
<p><strong> II - </strong> nomear os membros da Comiss&atilde;o Julgadora;</p>
<p><strong> III - </strong> apoiar e subsidiar o trabalho da Comiss&atilde;o Julgadora;</p>
<p><strong> IV - </strong> responder &agrave;s d&uacute;vidas e solucionar os casos omissos em rela&ccedil;&atilde;o ao Projeto;</p>
<p><strong> V- </strong> elaborar a presta&ccedil;&atilde;o de contas com rela&ccedil;&atilde;o ao Projeto e os pagamentos dos pr&ecirc;mios.</p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO III </strong></p>
<p><strong> DA COMISS&Atilde;O JULGADORA </strong></p>
<p><strong> Art. 8&ordm; </strong> A Comiss&atilde;o Julgadora do Projeto &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo;, ser&aacute; indicada pela Comiss&atilde;o Organizadora e ter&aacute; a atribui&ccedil;&atilde;o de avaliar os trabalhos inscritos no Projeto, atentando para o descrito no presente Decreto.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo </strong> <strong> &uacute; </strong> <strong> nico </strong> <strong> . </strong> Os membros indicados para esta comiss&atilde;o n&atilde;o podem ter v&iacute;nculo direto/indireto com nenhum participante inscrito no Projeto, bem como n&atilde;o podem fazer parte do quadro t&eacute;cnico-pedag&oacute;gico da Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO IV </strong></p>
<p><strong> DA PARTICIPA&Ccedil;&Atilde;O </strong></p>
<p><strong> Art. 9&ordm; </strong> O per&iacute;odo de inscri&ccedil;&atilde;o para o Projeto &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo; ser&aacute; o estipulado em Regulamento Administrativo editado pela Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm; </strong> <strong> . </strong> A participa&ccedil;&atilde;o do candidato no Projeto &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo; est&aacute; vinculada &agrave; inscri&ccedil;&atilde;o. Para inscrever-se &eacute; necess&aacute;rio:</p>
<p><strong> a) </strong> preenchimento de formul&aacute;rio a ser retirado na Unidade de Ensino em que leciona;</p>
<p><strong> b) </strong> encaminhamento deste formul&aacute;rio, junto com os materiais que comprovem o desenvolvimento da experi&ecirc;ncia educacional, para o Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o, no per&iacute;odo acima descrito.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm; </strong> <strong> . </strong> Poder&atilde;o ser inscritas experi&ecirc;ncias que tenham sido realizadas no ano anterior ao da realiza&ccedil;&atilde;o do Pr&ecirc;mio ou que tenham sido conclu&iacute;das at&eacute; a data limite de inscri&ccedil;&atilde;o e que j&aacute; com resultados comprovados.</p>
<p>DECRETO N&ordm; 4.664/2015. (continua&ccedil;&atilde;o)</p>
<p><strong> &sect; 3&ordm; </strong> <strong> . </strong> Cada candidato s&oacute; poder&aacute; concorrer com uma experi&ecirc;ncia e somente em uma das categorias aludidas no cap&iacute;tulo I deste Decreto.</p>
<p><strong> &sect; 4&ordm; </strong> <strong> . </strong> Em caso de mais de um autor, apenas um receber&aacute; a premia&ccedil;&atilde;o, devendo esse ser indicado no formul&aacute;rio de inscri&ccedil;&atilde;o como autor principal.</p>
<p><strong> &sect; 5&ordm; </strong> <strong> . </strong> Nos casos de experi&ecirc;ncias selecionadas com mais de um autor, a premia&ccedil;&atilde;o ser&aacute; atribu&iacute;da ao autor principal, sendo que a Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se responsabiliza pela divis&atilde;o do pr&ecirc;mio entre eles.</p>
<p><strong> &sect; 6 </strong> <strong> <em> &ordm; </em> </strong> <strong> . </strong> Os professores permutados e cedidos de outras redes de ensino encontram-se impedidos de participar do Pr&ecirc;mio &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo; bem como os licenciados e contratados. As eventuais inscri&ccedil;&otilde;es efetuadas em desacordo com a presente disposi&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o automaticamente desconsideradas.</p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO V </strong></p>
<p><strong> PROCEDIMENTOS PARA INSCRI&Ccedil;&Atilde;O E ENTREGA DOS MATERIAIS </strong></p>
<p><strong> Art. 10 </strong> <strong> . </strong> Os candidatos realizar&atilde;o a inscri&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia por meio de FORMUL&Aacute;RIO espec&iacute;fico para este Pr&ecirc;mio, disponibilizado pela Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o e dispon&iacute;vel na Unidade onde leciona.</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm;. </strong> O candidato, para efetivar a inscri&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia educacional, dever&aacute; preencher os campos do formul&aacute;rio, considerando os seguintes itens:</p>
<p><strong> a) </strong> dados pessoais do candidato (nome completo; data de nascimento; RG; CPF);</p>
<p><strong> b) </strong> endere&ccedil;o completo do candidato (logradouro; bairro; cidade; UF; CEP);</p>
<p><strong> c) </strong> formas de contato do candidato (telefone residencial; telefone celular; email);</p>
<p><strong> d) </strong> nome da escola onde leciona;</p>
<p><strong> e) </strong> endere&ccedil;o completo da escola (logradouro; bairro; cidade; UF; CEP);</p>
<p><strong> f) </strong> categoria em que est&aacute; se inscrevendo;</p>
<p><strong> g) </strong> per&iacute;odo (meses/ano) em que ocorreu a experi&ecirc;ncia;</p>
<p><strong> h) </strong> t&iacute;tulo da experi&ecirc;ncia.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm;. </strong> O conte&uacute;do da experi&ecirc;ncia deve ser entregue em cinco vias, &agrave;s quais dever&atilde;o ser anexados os materiais que comprovem a sua realiza&ccedil;&atilde;o. Devendo obedecer a seguinte organiza&ccedil;&atilde;o:</p>
<p><strong> a) </strong> capa;</p>
<p><strong> b) </strong> folha de rosto (p&aacute;gina inicial onde devem constar os dados do professor (nome, endere&ccedil;o completo, telefone, n&uacute;mero do CPF), nome do munic&iacute;pio onde desenvolveu a pr&aacute;tica, nome e endere&ccedil;o completo da escola onde atua, ano/ciclo em que leciona e o tempo de atua&ccedil;&atilde;o na Prefeitura Municipal de Teres&oacute;polis);</p>
<p><strong> c) </strong> curr&iacute;culo atualizado;</p>
<p><strong> d) </strong> sum&aacute;rio;</p>
<p><strong> e) </strong> s&iacute;ntese da experi&ecirc;ncia;</p>
<p><strong> f) </strong> justificativa (motivos para a realiza&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia);</p>
<p><strong> g </strong> ) objetivos;</p>
<p><strong> h) </strong> desenvolvimento;&nbsp;</p>
<p><strong> i) </strong> eixos tem&aacute;ticos e descritores trabalhados no projeto para atingir os objetivos propostos;</p>
<p><strong> j) </strong> resultados&nbsp;(descri&ccedil;&atilde;o dos resultados e impactos obtidos pelo projeto junto aos alunos, comunidade escolar e outros atores, bem como relato dos principais resultados obtidos);</p>
<p><strong>k </strong> ) avalia&ccedil;&atilde;o (que instrumentos foram utilizados pelo professor para avaliar a aprendizagem/mudan&ccedil;a de comportamento dos alunos/comunidade escolar);</p>
<p><strong> l) </strong> autoavalia&ccedil;&atilde;o do profissional que realizou a experi&ecirc;ncia (assiduidade, comprometimento, integra&ccedil;&atilde;o com o projeto pedag&oacute;gico da unidade, investimento em autoforma&ccedil;&atilde;o);</p>
<p><strong> m) </strong> refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas.</p>
<p><strong> &sect; 3&ordm;. </strong> Na categoria GESTOR, a experi&ecirc;ncia dever&aacute; ser um relato de um projeto desenvolvido pela institui&ccedil;&atilde;o e conter:</p>
<p><strong> a) </strong> capa;</p>
<p><strong> b) </strong> folha de rosto&nbsp;(p&aacute;gina inicial onde devem constar os dados do professor (nome, endere&ccedil;o completo, telefone, n&uacute;mero do CPF), nome do munic&iacute;pio onde desenvolveu a pr&aacute;tica, nome e endere&ccedil;o completo da escola onde atua, ano/ciclo em que leciona e o tempo de atua&ccedil;&atilde;o na Prefeitura Municipal de Teres&oacute;polis);</p>
<p><strong> c) </strong> curr&iacute;culo atualizado;</p>
<p><strong> d </strong> ) sum&aacute;rio;</p>
<p><strong> e) </strong> s&iacute;ntese da experi&ecirc;ncia;</p>
<p><strong> f </strong> ) justificativa (motivos para a realiza&ccedil;&atilde;o do projeto, breve hist&oacute;rico da escola contexto em que est&aacute; inserida e perfil da comunidade atendida);</p>
<p><strong> g) </strong> objetivos (em ordem de import&acirc;ncia &ndash; do geral para o espec&iacute;fico &ndash; os avan&ccedil;os buscados pela equipe escolar e os objetivos para cada um dos atores envolvidos: diretor, coordenador pedag&oacute;gico, professores, alunos, pais e outros);</p>
<p><strong> h) </strong> eixos tem&aacute;ticos e descritores trabalhados no projeto para atingir os objetivos propostos;</p>
<p><strong> i </strong> ) metodologia (o passo a passo das a&ccedil;&otilde;es propostas, recursos humanos e materiais utilizados e articula&ccedil;&atilde;o entre elas);</p>
<p><strong> j) </strong> avalia&ccedil;&atilde;o - o impacto nas aprendizagens dos alunos e dos instrumentos utilizados para o acompanhamento dos progressos; do trabalho pedag&oacute;gico da equipe escolar; do desempenho de cada ator no desenvolvimento do projeto e o que poderia ser mudado ou aperfei&ccedil;oado se o projeto viesse a se repetir.</p>
<p><strong> &sect; 4&ordm;. </strong> Os materiais que comp&otilde;em a experi&ecirc;ncia dever&atilde;o ser devidamente relacionados, identificados e discriminados por ocasi&atilde;o da entrega, cabendo aos proponentes integral responsabilidade pelo conte&uacute;do apresentado.</p>
<p><strong> &sect; 5&ordm; </strong> <strong> . </strong> O conte&uacute;do da experi&ecirc;ncia bem como seus anexos dever&atilde;o ser gravados em uma &uacute;nica m&iacute;dia digital que dever&aacute; ser entregue no ato da inscri&ccedil;&atilde;o em envelope devidamente identificado.</p>
<p><strong> &sect; </strong> 6&ordm;. Em todas as c&oacute;pias apresentadas deve haver um breve registro fotogr&aacute;fico do &ldquo;passo a passo&rdquo; da realiza&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia, sendo vedado ao autor apor seu nome nas c&oacute;pias.</p>
<p><strong> &sect; 7&ordm;. </strong> A apresenta&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia em desconformidade com o disposto no &sect; 2&ordm;, art. 9&ordm; deste regulamento, implicar&aacute; sua exclus&atilde;o sum&aacute;ria do processo de avalia&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> &sect; 8&ordm; </strong> <strong> . </strong> A p&aacute;gina contendo os dados pessoais do candidato n&atilde;o deve vir anexada ao corpo do trabalho.</p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO VI </strong></p>
<p><strong> DA APRESENTA&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO </strong></p>
<p><strong> Art. 11. </strong> Para confirmar a participa&ccedil;&atilde;o no Pr&ecirc;mio, os candidatos dever&atilde;o apresentar os seguintes itens:</p>
<p>DECRETO N&ordm; 4.664/2015. (continua&ccedil;&atilde;o)</p>
<p><strong> I - </strong> declara&ccedil;&atilde;o de autoriza&ccedil;&atilde;o para uso de imagem e autoria de texto;</p>
<p><strong> II - </strong> declara&ccedil;&atilde;o fornecida pela equipe pedag&oacute;gica da escola na qual a experi&ecirc;ncia foi realizada; atestando a import&acirc;ncia do trabalho realizado para a melhoria da qualidade do ensino;</p>
<p><strong> III - </strong> relato de um estudante envolvido no projeto que avalie a import&acirc;ncia da realiza&ccedil;&atilde;o do mesmo (o relato deve vir acompanhado de uma fotografia do estudante que ser&aacute; publicada no livro caso a experi&ecirc;ncia seja selecionada);</p>
<p><strong> IV - </strong> declara&ccedil;&atilde;o de autoriza&ccedil;&atilde;o para uso de imagem e autoria de texto do aluno que far&aacute; o relato;</p>
<p><strong> V - </strong> todos os trabalhos devem vir acompanhados de um desenho alusivo ao tema desenvolvido. Este trabalho deve ser feito pelos estudantes (as) envolvidos no projeto utilizando t&eacute;cnicas art&iacute;sticas livres (material a ser utilizado para ilustra&ccedil;&atilde;o do livro &ldquo;Card&aacute;pio de Projetos: Experi&ecirc;ncias Inovadoras&rdquo;).</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm;. </strong> O relato da experi&ecirc;ncia corresponde &agrave; estrutura de um documento digitado em fonte Arial, tamanho 12, espa&ccedil;o simples, contendo entre tr&ecirc;s (m&iacute;nimo) e sete (m&aacute;ximo) p&aacute;ginas de papel tamanho A4, n&atilde;o computando neste c&aacute;lculo as p&aacute;ginas referentes aos seguintes itens: capa, folha de rosto, sum&aacute;rio, s&iacute;ntese da experi&ecirc;ncia e anexos. A quantidade de p&aacute;ginas refere-se &agrave; escrita cont&iacute;nua, sem quebra de p&aacute;ginas ou inser&ccedil;&atilde;o de fotos, imagens e c&oacute;pias de produ&ccedil;&otilde;es de alunos, que somente devem constar nos anexos.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm; </strong> <strong> . </strong> O relato, juntamente com seus anexos e documenta&ccedil;&atilde;o aludida nos incisos do <em> caput </em> deste artigo, dever&aacute; ser acomodado em envelope, pacote ou caixa, lacrado e devidamente identificado.</p>
<p><strong> Art. 12 </strong> <strong> . </strong> As inscri&ccedil;&otilde;es, em hip&oacute;tese alguma, ser&atilde;o validadas caso a documenta&ccedil;&atilde;o exigida esteja incompleta ou em desacordo com a orienta&ccedil;&atilde;o dada neste regulamento.</p>
<p><strong> Art. 13. </strong> Em hip&oacute;tese alguma ser&aacute; permitida a entrega parcial dos documentos necess&aacute;rios para a inscri&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo &uacute;nico. </strong> Todas as experi&ecirc;ncias relatadas devem ser in&eacute;ditas.</p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO VII </strong></p>
<p><strong> DOS CRIT&Eacute;RIOS DE AVALIA&Ccedil;&Atilde;O </strong></p>
<p><strong> Art. 14. </strong> A sele&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias levar&aacute; em conta os seguintes crit&eacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o:</p>
<p><strong> I </strong> - qualidade da experi&ecirc;ncia inscrita, no que se refere &agrave;:</p>
<p><strong> a </strong> ) apresenta&ccedil;&atilde;o conforme orienta&ccedil;&otilde;es deste Decreto;</p>
<p><strong> b) </strong> clareza e objetividade do relato da experi&ecirc;ncia;</p>
<p><strong> c </strong> ) originalidade e criatividade;</p>
<p><strong> d) </strong> respeito &agrave;s normas da L&iacute;ngua Portuguesa;</p>
<p><strong> e </strong> ) consist&ecirc;ncia pedag&oacute;gica e bases te&oacute;ricas conceituais;</p>
<p><strong> f </strong> ) relev&acirc;ncia social e educacional da experi&ecirc;ncia relatada.</p>
<p><strong> II - </strong> sintonia com os objetivos que contemplem, a partir de resultados concretos, os seguintes aspectos:</p>
<p><strong> a) </strong> a&ccedil;&otilde;es empreendidas visando o sucesso escolar dos alunos e &agrave; qualidade da aprendizagem;</p>
<p><strong> b) </strong> contribui&ccedil;&atilde;o para a perman&ecirc;ncia do aluno na escola com a ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas que favore&ccedil;am o sucesso escolar dos alunos, reduzindo a repet&ecirc;ncia, o abandono e a evas&atilde;o;</p>
<p><strong>c) </strong> a&ccedil;&otilde;es no sentido de facilitar a participa&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia no processo de aprendizagem dos alunos e a abertura da escola &agrave; comunidade na qual ela est&aacute; inserida;</p>
<p><strong> d) </strong> adequa&ccedil;&atilde;o das propostas para alunos com necessidades educacionais especiais (com a descri&ccedil;&atilde;o das NEEs e de como o trabalho foi adequado, caso tenha aluno (s) com NEEs na classe);</p>
<p><strong> e) </strong> pr&aacute;ticas visando &agrave; forma&ccedil;&atilde;o &eacute;tica, art&iacute;stica, cultural e cidad&atilde; dos alunos.</p>
<p><strong> III- </strong> contextualiza&ccedil;&atilde;o, entendida aqui como a descri&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o escolar, as peculiaridades e a realidade sociocultural e econ&ocirc;mica da comunidade na qual a escola est&aacute; inserida.</p>
<p><strong> IV - </strong> potencial de aplicabilidade da experi&ecirc;ncia em outras realidades educacionais.</p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO VIII </strong></p>
<p><strong> DOS CRIT&Eacute;RIOS DE DESEMPATE </strong></p>
<p><strong> Art. 15 </strong> <strong> . </strong> Em caso de empate na avalia&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias os seguintes crit&eacute;rios dever&atilde;o ser observados:</p>
<p><strong> I - </strong> maior pontua&ccedil;&atilde;o no crit&eacute;rio do artigo 14, inciso II, al&iacute;nea &ldquo;b&rdquo;;</p>
<p><strong> II - </strong> maior pontua&ccedil;&atilde;o no crit&eacute;rio do artigo 14, inciso I, al&iacute;nea &ldquo;c&rdquo;;</p>
<p><strong> III - </strong> maior pontua&ccedil;&atilde;o no crit&eacute;rio do artigo 14, inciso II, al&iacute;nea &ldquo;d&rdquo;;</p>
<p><strong> IV - </strong> maior pontua&ccedil;&atilde;o no crit&eacute;rio do artigo 14, inciso I, al&iacute;nea &ldquo;d&rdquo;.</p>
<p><strong> Par&aacute;grafo </strong> <strong> &uacute; </strong> <strong> nico </strong> . A comiss&atilde;o avaliadora indicar&aacute; o Professor Inovador de acordo com a maior pontua&ccedil;&atilde;o nos quesitos descritos no cap&iacute;tulo VII deste Decreto.</p>
<p><strong> CAP&Iacute;TULO IX </strong></p>
<p><strong> DA PREMIA&Ccedil;&Atilde;O </strong></p>
<p><strong> Art. 16. </strong> Todos os trabalhos inscritos que estiverem de acordo com o previsto no cap&iacute;tulo V receber&atilde;o Certifica&ccedil;&atilde;o de Honra ao M&eacute;rito.</p>
<p><strong> Art. 17. </strong> Categoria Educa&ccedil;&atilde;o Infantil:</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm;. </strong> Ser&atilde;o selecionadas as 5 (cinco) melhores experi&ecirc;ncias escritas pelos professores e/ou agentes de creche que atuam na Educa&ccedil;&atilde;o Infantil.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm; </strong> . Somente as 5 (cinco) experi&ecirc;ncias selecionadas nesta categoria ser&atilde;o publicadas no Livro &ldquo;Card&aacute;pio de Projetos &ndash; Experi&ecirc;ncias Inovadoras&rdquo;.</p>
<p><strong> &sect; 3&ordm;. </strong> As 5 (cinco) melhores experi&ecirc;ncias receber&atilde;o trof&eacute;us.</p>
<p><strong> &sect; 4&ordm; </strong> . A experi&ecirc;ncia classificada em primeiro lugar receber&aacute; a import&acirc;ncia de R$4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais).</p>
<p><strong> &sect; 5&ordm; </strong> <strong> . </strong> A experi&ecirc;ncia classificada em segundo lugar receber&aacute; a import&acirc;ncia de R$3.500,00 (tr&ecirc;s mil e quinhentos reais).</p>
<p><strong> &sect; 6&ordm; </strong> . A experi&ecirc;ncia classificada em terceiro lugar receber&aacute; a import&acirc;ncia de R$3.000,00 (tr&ecirc;s mil reais).</p>
<p>DECRETO N&ordm; 4.664/2015. (continua&ccedil;&atilde;o)</p>
<p><strong> Art. 18 </strong> <strong> . </strong> Categoria Ensino Fundamental e EJA.</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm; </strong> <strong> . </strong> Ser&atilde;o selecionadas as 5 (cinco) melhores experi&ecirc;ncias escritas pelos professores do Ensino Fundamental e EJA.</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm; </strong> <strong> . </strong> Somente as cinco experi&ecirc;ncias selecionadas ser&atilde;o publicadas no Livro &ldquo;Card&aacute;pio de Projetos &ndash; Experi&ecirc;ncias Inovadoras&rdquo;.</p>
<p><strong> &sect; 3&ordm;. </strong> As cinco melhores experi&ecirc;ncias receber&atilde;o trof&eacute;us.</p>
<p><strong> &sect; 4&ordm; </strong> . A experi&ecirc;ncia classificada em primeiro lugar receber&aacute; a import&acirc;ncia de R$4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais).</p>
<p><strong> &sect; 5&ordm; </strong> . A experi&ecirc;ncia classificada em segundo lugar receber&aacute; a import&acirc;ncia de R$3.500,00 (tr&ecirc;s mil e quinhentos reais).</p>
<p><strong> &sect; 6&ordm; </strong> . A experi&ecirc;ncia classificada em terceiro lugar receber&aacute; a import&acirc;ncia de R$3.000,00 (tr&ecirc;s mil reais).</p>
<p><strong> Art. 19. </strong> Categoria Gestor</p>
<p><strong> &sect; 1&ordm;. </strong> Ser&atilde;o selecionadas as 5 (cinco) melhores experi&ecirc;ncias escritas pelos membros da equipe gestora (diretores, auxiliares e/ou coordenadores pedag&oacute;gicos).</p>
<p><strong> &sect; 2&ordm; </strong> <strong> . </strong> Somente as 5 (cinco) experi&ecirc;ncias selecionadas ser&atilde;o publicadas no Livro &ldquo;Card&aacute;pio de Projetos &ndash; Experi&ecirc;ncias Inovadoras&rdquo;.</p>
<p><strong> &sect; 3&ordm;. </strong> Todas as experi&ecirc;ncias inscritas receber&atilde;o trof&eacute;us.</p>
<p><strong> &sect; </strong> 4&ordm;. A experi&ecirc;ncia classificada em primeiro lugar far&aacute; jus a duas premia&ccedil;&otilde;es distintas:</p>
<p><strong> a) </strong> o diretor e/ou coordenador pedag&oacute;gico respons&aacute;vel pela execu&ccedil;&atilde;o da atividade receber&aacute; a import&acirc;ncia de R$4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais);</p>
<p><strong> b) </strong> a Unidade Escolar em que foi desenvolvida a experi&ecirc;ncia receber&aacute; a import&acirc;ncia de R$4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais).</p>
<p><strong> &sect;5&ordm; </strong> <strong> . </strong> Para fins a al&iacute;nea &ldquo;b&rdquo; do par&aacute;grafo anterior, a Unidade vencedora dever&aacute; enviar &agrave; Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o projeto pedag&oacute;gico que contemple a devida destina&ccedil;&atilde;o ao valor a ser recebido.</p>
<p><strong> Art. 20 </strong> <strong> . </strong> O Autor do projeto apresentado dentre todas as categorias de que trata este Decreto que tenha sua pr&aacute;tica considerada como a de maior grau de inova&ccedil;&atilde;o, receber&aacute; o trof&eacute;u de &ldquo;Profissional Inovador&rdquo; al&eacute;m da import&acirc;ncia de R$5.000,00 (cinco mil reais).</p>
<p><strong> Art. 21. </strong> &Agrave; Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o caber&aacute; fiscalizar a realiza&ccedil;&atilde;o do pr&ecirc;mio &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo; bem como a presta&ccedil;&atilde;o de contas, podendo designar comiss&atilde;o pr&oacute;pria para tal fim.</p>
<p><strong> Art. 22 </strong> . A Prefeitura Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o tem at&eacute; noventa (90 dias) ap&oacute;s a cerim&ocirc;nia de entrega dos pr&ecirc;mios para realizar o pagamento dos valores do pr&ecirc;mio.</p>
<p><strong>CAP&Iacute;TULO X</strong></p>
<p><strong> DAS DISPOSI&Ccedil;&Otilde;ES GERAIS </strong></p>
<p><strong> Art. 23. </strong> A cerim&ocirc;nia de premia&ccedil;&atilde;o do Projeto &ldquo;Fazer-se Professor&rdquo; ser&aacute; desenvolvida anualmente em data definida pela Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong> Art. 24 </strong> <strong> . </strong> Poder&aacute; a Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o editar Regulamento Administrativo para regular a execu&ccedil;&atilde;o das disposi&ccedil;&otilde;es deste decreto.</p>
<p><strong> Art. 25 </strong> . Os casos omissos neste Decreto ser&atilde;o resolvidos por Regulamento editado pela Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o ou, n&atilde;o havendo, pela Comiss&atilde;o Organizadora.</p>
<p><strong> Art. 26 </strong> . Entra o presente Decreto em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o, surtindo efeitos a partir de 31/03/2015, revogando se o Decreto n&ordm; 4.593/2014.</p>
<p><strong> REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE. PREFEITURA </strong> <strong> MUNICIPAL DE TERES&Oacute;POLIS </strong> <strong> , </strong> aos doze dias do m&ecirc;s de maio do ano de dois mil e quinze.</p>
<p>ARLEI DE OLIVEIRA ROSA</p>
<p>= PREFEITO =</p>]]></description>
			<author>alternativavendas@hotmail.com (Site admin)</author>
			<category>Decretos</category>
			<pubDate>Sun, 12 Jul 2015 20:33:24 +0000</pubDate>
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